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Artigos-->NOVOS SINAIS DE DECADÊNCIA -- 29/01/2008 - 14:35 (Edmar Guedes Corrêa****) Siga o Autor Destaque este autor Destaque este Texto Envie Outros Textos
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NOVOS SINAIS DE DECADÊNCIA


Três anos atrás eu publiquei aqui na Usina um artigo intitulado "O DECLÍNIO DO IMPÉRIO AMERICANO", onde se diz que os EUA são uma potência em decadência. Enumerei os fatores que me levaram a tal afirmação. No entanto, não fiz referência a uma crise econômica pois na época não avaliei que tal coisa pudesse acontecer tão rápido num país como os Estados Unidos.

Quem poderia imaginar uma crise como a que derrubou os mercados globais nos últimos dias? Crises como essas aconteceram no passado, num passado recente; só que em países em desenvolvimento, em economias não tão sólidas quanto as economias do países do primeiro mundo. Desemprego, calotes, crise de confiança, inflação, desvalorização acentuada da moeda. Isso não parece coisa de terceiro mundo?

Parece, mas não é. É o que está acontecendo hoje com os EUA – a maior economia do planeta –. Os Estados Unidos estão experimentando aquilo que nós brasileiros experimentamos por mais de uma vez nos últimos vinte anos. A questão no entanto é: onde isso vai parar?

Para o consumidor americano, uma maior desvalorização do dólar vai elevar a inflação, que já está nos mais altos índices das últimas décadas, e, como conseqüência inevitável, uma redução do poder de compra da população, o que fará o país entrar em recessão. Ou seja: tudo que os consumidores brasileiros, argentinos e de tantos outros países do terceiro mundo estão acostumados.

Para o investidor, a desconfiança na capacidade das empresas americanas de gerar lucros vai acabar provocando uma perda de capital, os títulos do tesouro americano tendem a obter menos retorno com o aumento da inflação e a redução da taxa de juros, o que levará o investidor para mercados mais atrativos.

O resultado final de tudo isso eu não sei, mas certamente uma recessão, que provavelmente afetará outros países mais dependentes das importações americanas; um declínio da participação dos EUA na economia mundial; um fluxo menor de capital para os EUA e inevitavelmente uma depreciação do dólar e num futuro não tão distante a substituição do dólar e Euro como moeda de troca no comércio internacional. No fim os Estados Unidos serão o que a Inglaterra é hoje: apenas mais uma grande potência.





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