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Artigos-->QUE NÃO SEJA EM VÃO... -- 21/02/2007 - 21:07 (Edmar Guedes Corrêa****) Siga o Autor Destaque este autor Destaque este Texto Envie Outros Textos
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QUE NÃO SEJA EM VÃO...


A trágica morte do menino João Hélio Fernandes, que foi arrastado por 7 km até a morte após seus pais terem o carro roubado, é um crime bárbaro e mexe com nossos sentimentos e nos comove a ponto de provocar revolta e indignação. No entanto, não devemos usar esse momento para sair às ruas a exigir que o congresso com o intuito de penalizar os jovens infratores aprove leis a torto e a direito como resposta ao estado de comoção em que vive a sociedade no momento.

É evidente que alguma coisa deva ser feita a fim de impedir que jovens continuem cometendo todo o tipo de crime sob a proteção do Estatuto da Criança e do Adolescente. Em muitos países, jovens são responsabilizados pelos seus crimes a partir dos 12 anos e em outros até com menos idade ainda, o que aliás está de acordo com realidade. Embora muitos possam discordar, é uma infantilidade achar que um adolescente brasileiro, que vive num mundo globalizado, não saiba o que está fazendo; pois por mais que muitos jovens vivam em favelas e em condições subumanas, ainda assim não são como aqueles jovens que vivem no meio do sertão longe de tudo e de todos. Aliás, a grande maioria dos jovens criminosos não só freqüentaram a escola como muitas vezes não fazem parte daqueles que vive na linha de pobreza e tratá-los como criança, como se não fossem capazes de distinguir o certo do errado é o mesmo que chamá-los de idiotas.

No entanto, a discussão acerca da redução da maioridade penal, o aumento do tempo de reclusão desses jovens infratores e outras medidas que se discute no congresso não vai resolver o problema se a questão não for discutida exaustivamente com a sociedade para que esta seja conscientizada e que medidas – estas mais importantes – efetivas sejam tomadas a fim de evitar que os jovens enveredem pelo caminho da criminalidade. Pois é melhor evitar o mal a tratá-lo.

E por último: deve-se também fazer com que a lei seja cumprida evitando assim essa sensação de impunidade que ronda nosso dia a dia seja um fator a mais no incentivo à criminalidade. Só assim os índices de violência e fatos chocantes deixarão de ser rotina em nossas vidas.





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