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Artigos-->O QUE NOS FALTA PROVAR? -- 03/02/2004 - 10:18 (ANTICRISTO) Siga o Autor Destaque este autor Destaque este Texto Envie Outros Textos

Muito se discute sobre a existência ou não de deus, afirmando os deístas ou teístas que não há prova da sua inexistência. Não há prova técnica, porque ela só é feita do que existe; mas há prova lógica, uma vez que grande parte do que se diz sobre tal ser sobrenatural já foi provado falso, e nada foi provado verdadeiro.



Os próprios religiosos mostram em suas declarações o caráter puramente imaginário de deus, senão vejamos:



“Quanto ao Saci, da mesma forma que o Papai Noel, claro que acredito, até hoje, que eles existem! Fizeram parte de meus sonhos. De minha formação”, disse o nosso colega Domingos. E ainda: “Se não fosse o sonho - que é, digamos assim, a infância da fé -, qual seria o verdadeiro sentido da vida?” (Ao amigo Carlos Pompe -- 02/02/2004 - 19:22 (Domingos Oliveira Medeiros).



Aí estão dois fatos: O origem de deus e da fé no sonho, e a perpetuação da fé através dos ensinamentos passados desde os tempos primitivos.



Em um artigo de 11/12/2003, eu já mostrei os dados da inexistência de onisciência, onipotência e veracidade da chamada palavra divina. E, se a palavra é falsa, não se pode acreditar em um autor de quem não haja qualquer indício.



Os prodígios divinos também já foram provados falsos em parte, o que destrói a credibilidade dos que não podem ser analisados. Isso quer dizer: se é cientificamente provado que a loucura decorre de problemas físico-químicos do cérebro, que podem atualmente algumas vezes até ser reparados com tratamento, provada está a falsidade da idéia antiga de que o louco era uma pessoa possuída por demônio. Se isso é provado falso, podemos ter certeza de ser falsa a afirmação evangélica de que Jesus curou loucos pela expulsão de seus demônios. E, não sendo verdade que Jesus expulsou demônios curando loucos, não há razão para crer que ele tenha ressuscitado mortos.



É ingenuidade acreditar que se uma pessoa morta tivesse voltado à vida, por qualquer meio que fosse, isso não seria registrado.



Alguns poderão até dizer que naquele tempo não havia uma imprensa como hoje. Mas coisas de muito menos importância eram anotadas. Qualquer eclipse visível era registrado; ninguém deu notícia de três horas de escuridão, que dizem ter ocorrido após a morte de Jesus. Outrossim, nunca foi encontrado qualquer registro de que uma pessoa morta tenha retornado à vida, a não ser o que os evangelistas escreveram mais de quarenta anos após a morte de Jesus. Se várias pessoas tivesse sido ressuscitadas e entrado na cidade, como foi escrito (Mateus, 27: 52-54), isso teria causado um impacto dos mais lembrados em toda história.



A análise histórica e arqueológica também já provou a falsidade de muitos relatos do Velho Testamento. Com tanta prova, parece-me desnecessárias outras para selar a inexistência do deus juidaico-cristão.



Para entender bem as razões por que se crê em deus, aconselho a leitura de “A EVOLUÇÃO ESPIRITUAL DO PROCÔNSUL AO CRISTÃO”.



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