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Artigos-->OS NOSSOS INSATISFATÓRIOS PLACARES E SUAS UTILIDADES -- 05/11/2003 - 17:52 (ANTICRISTO) Siga o Autor Destaque este autor Destaque este Texto Envie Outros Textos

Já temos uma porção de placares, mesmo assim há gente descontente com eles. E parece que continuará descontente para sempre. Pois nenhum placar é satisfatório para tudo. Cada um, com toda sua precisão não pode refletir completamente a preferência dos leitores. Há pessoas que parece não entenderem isso e ficam achando injusto. Mas saibam que não existirá um placar completo, que satisfaça a todas as curiosidades.



Temo cinco placares, e se forem criados mais cinco, acho que fica melhor. Mas ainda haverá gente reclamando de alguma coisa.



O principal dos placares, o dos autores mais lidos, diz exatamente quais foram os mais lidos. Mas não mostram quais estão sendo mais lidos, para o que precisariam de um placar mensal, como já existe para os assinantes.



Isso, no entanto, está longe de mostrar tudo. Tanto que o Rubenio sugeriu um placar de média ponderada, que desagradou ao Clésio. Esse placar foi criado e tem sua utilidade; distante, porém de informar quais são atualmente os mais procurados autores.



O Clésio pede um placar relativo aos textos atuais, excluindo os antigos. Isso traria distorção ainda maior do que as existentes em todos os outros, como já mostrei ontem em “PARA APLACAR OS PROBLEMAS DO PLACAR”.



Imaginem como as polêmicas podem continuar:



O Daniel Fiúza é o primeiro em número de Leituras. Domingos, Joãozinho e Clésio estão atrás em vertiginosa aproximação.



Alguém pode dizer: O Daniel é dos mais antigos da Usina; o Domingos, também é antigo e tem mais de cinco mil textos; etc., etc.; isso não reflete com precisão as preferência dos leitores diante dos mais novos assinantes. Não podemos dizer que esteja de todo sem razão.



Então vamos para o placar dos mais lidos do mês, privilégio dos pagantes. Não se pode ir contra; porque quem paga merece ter algum benefício por isso.



Continuam pessoas reclamando: O Domingos tem cinco mil textos; quem entrou agora não tem a menor chance de aparecer no placar. É verdade; mas quem chega depois naturalmente fica atrás mesmo. Rubenio propõe placar da média.



Criam o placar da média ponderada. Aparece o Clésio dizendo que está errado. Não está errado; mas há um novo problema: os que chegaram agora são os favorecidos. Quem tem poucos textos, com poucas leituras fica na frente. Domingos, Torre, Ulow... ficam lá muito atrás. Quem pode dizer que esses novos autores são os preferidos? Eu jamais diria. Mas não vamos dizer que esse placar seja inútil; é também uma estatística.



O Clésio acha que o placar deveria levar em conta só os textos publicados no mês. Isso resolveria tudo? Longe disso!



Imaginem um leitor que resolva dar uma lida em vários textos de muitos autores hoje e leia cinqüenta textos do domingos, todos editados em meses anteriores e leia dois do Rodrigão Júnior e seis textos do Anticristo deste mês.

No placar sugerido pela Clésio, o Domingos estaria completamente preterido, e o Rodrigão Júnior estaria em primeiro lugar, embora esse leitor tivesse lido três vezes mais dos meus textos e vinte e cinco vezes mais dos do Domingos. Isso é a real preferência dos leitores?



Para sabermos quais os autores mais procurados, levando em conta todos os fatores, é necessário observar todos esses placares reunidos e raciocinar muito. Do contrário, nada de completo. Isso, entretanto, não significa que os placares devam ser eliminados. É bom eles existirem. Sem eles, estaríamos em completa escuridão sobre quem é o que aqui.



São bons todos os placares, embora nenhum possa satisfazer a tudo.









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