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Cartas-->OS MILAGRES DE JESUS (resposta a um leitor) -- 26/05/2005 - 11:35 (ANTICRISTO) Siga o Autor Destaque este autor Destaque este Texto Envie Outros Textos

"Prezado ANTICRISTO 2000, gostaria de que você me esclarecesse o seguinte: - Eu gostaria de saber o que a história arqueológica conseguiu provar sobre Jesus Cristo. - Estes milagres como, curar um doido "possuído pelo Capeta", fazer um paralítico andar, um cego ver E ressuscitar um morto. Ainda mais, este negócio da ressurreição e da ascensão de Jesus, que os cristãos acreditam que ele está no céu (mais propriamente para minha linguagem: o Espaço). Há algum indícios ou provas de que isto é verdade ou fantasia . Será que é verdade ou mentira que ele está "flutuando no espaço" Caso sim, me prove". (E-mail recebido em 25/05/2005). Caro leitor, Quanto à sua primeira pergunta, o que tenho a informar é que, não obstante os grandes esforços de arqueólogos e historiadores em busca de vestígios sobre Jesus, nada de concreto foi encontrado de seus dias que lhe digam respeito. A única informação que já vi em uma revista, ainda assim bastante insegura, é de que um indivíduo chamado "Yeshua ben Yossef", que não se sabe ao certo se era de Belém ou de Nazaré, fora crucificado, coisa bastante comum naqueles dias quando surgiam pessoas que perturbasse a ordem estabelecida pelo Império Romano. Historiadores que viveram nos dias de Jesus nada escreveram sobre ele. Isso nos leva a concluir que, se ele realmente existiu, seus atos eram insignificantes o suficiente para ninguém registrar. O que os evangelistas escreveram só foi feito mais de quarenta anos após a sua morte. Em relação à segunda pergunta, temos a seguinte observação a fazer: Você acha que, se uma pessoa já falecida aparecesse viva, isso passaria despercebido como um pequeno acidente ou uma tempestade? Imagine, agora, uma multidão de pessoas levantarem-se dos túmulos e entrarem na cidade, como registrado nos evangelhos. Seria possível isso ocorrer sem ninguém registrar? O tumulto gerado seria tão grande, que chegaria ao conhecimento até de outros povos fora dos limites dos hebreus. Filão de Alexandria foi um historiador que nasceu antes da época dada como do nascimento de Jesus e viveu até bem depois da data dada como de sua morte e, mais ainda, chegou a ser professor em uma escola formada pelos cristãos. Filão nunca escreveu uma linha sobre Jesus. Os evangelhos foram escritos muito posteriormente aos dias de Jesus, e certamente levaram muito tempo para serem disseminados, o que facilitou sua aceitação pelo povo como sendo verdade. Mas seria impossível essas coisas acontecerem e ficarem fora do conhecimento público como se fossem fatos corriqueiros. O que pode nos esclarecer melhor é o milagre relativo à loucura. Hoje sabemos que loucura é produto de disfunção cerebral, podendo ser amenizada ou até curada com medicamentos e intervenções cirúrgicas. Todavia, naqueles tempos, nada se sabia sobre o cérebro, e imaginava-se que fossem demônios, esses seres imaginários, que estivessem conduzindo a mente do louco. Assim, os propagadores do cristianismo escreveram essas coisas afirmando que Jesus expulsava os demônios e os loucos ficavam normais. Essa é a maior evidência de que todos esses prodígios foram inventados pelos que fizeram os evangelhos. Hoje, alguns charlatães chegam a levar aos palcos de suas pregações pessoas que se fingem de loucas para convencer o público de que eles expulsam demônios. Mas posso lhe dizer com certeza que você nunca terá conhecido um louco que tenha sido curado por qualquer expulsador de demônio. Aqui uma pessoa conhecida teve a oportunidade de conversar com uma mulher, a qual disse ter presenciado a cura de um deficiente que saiu andando e deixou as muletas no púlpito do pregador; porém, dias depois, por coincidência, ela estava em outra cidade e viu o mesmo indivíduo sendo curado pelo mesmo pastor. Eu nunca tive a oportunidade de presenciar um milagre desses. Mas tenho certeza de que o máximo de milagre real que pode ocorrer é uma pessoa acreditar que vai ser curada e vir a se recuperar da enfermidade, o que ocorre até com cerca de quarenta por cento das pessoas que tomam placebo. O resto é charlatanismo. Sugiro que você leia também COMO SE FORMAM OS PRODÍGIOS DIVINOS
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