Usina de Letras
Usina de Letras
78 usuários online

Autor Titulo Nos textos

 

Artigos ( 63845 )

Cartas ( 21385)

Contos (13324)

Cordel (10373)

Cronicas (22604)

Discursos (3259)

Ensaios - (10884)

Erótico (13607)

Frases (52377)

Humor (20246)

Infantil (5707)

Infanto Juvenil (5071)

Letras de Música (5465)

Peça de Teatro (1389)

Poesias (141228)

Redação (3391)

Roteiro de Filme ou Novela (1066)

Teses / Monologos (2447)

Textos Jurídicos (1983)

Textos Religiosos/Sermões (6447)

LEGENDAS

( * )- Texto com Registro de Direito Autoral )

( ! )- Texto com Comentários

 

Nota Legal

Fale Conosco

 



Aguarde carregando ...
Teses_Monologos-->Conversa com Eduardo da Costa -- 16/06/2014 - 18:21 (Adalberto Antonio de Lima) Siga o Autor Destaque este autor Envie Outros Textos

Foto: Conversa com Eduardo da Costa
Na primeira noite eles se aproximam, roubam nossa inocência, arrancam o perfume da oração, destroem todo sentimento nobre que temos. Não dizem nada, e se vão.
Na segunda noite, não vêm mais para roubar, vem para recolher aquilo que já é seu, matam nossa confiança no Salvador, destroem nossa fé, e se vão.
Até que um dia, todo nosso campo de defesa está minado. Ele entra sozinho em nossa casa, rouba-nos a Luz e, conhecendo nosso medo, arranca-nos a voz da garganta.

 

Conversa com Eduardo da Costa

 

Na primeira noite eles se aproximam, roubam nossa inocência, arrancam o perfume da oração, destroem todo sentimento nobre que temos. Não dizem nada, e se vão.

Na segunda noite, não vêm mais para roubar, vem para recolher aquilo que já é seu, matam nossa confiança no Salvador, destroem nossa fé. Nada dizem, e se vão.

Com o tempo, todo nosso campo de defesa estará minado. Ele entra sozinho em nossa casa, rouba-nos a Luz e, conhecendo nossa fraqueza, arranca-nos a língua.

Comentarios
Renove sua assinatura para ver os contadores de acesso - Clique Aqui