Usina de Letras
Usina de Letras
46 usuários online

Autor Titulo Nos textos

 

Artigos ( 63851 )

Cartas ( 21385)

Contos (13324)

Cordel (10373)

Cronicas (22604)

Discursos (3260)

Ensaios - (10884)

Erótico (13607)

Frases (52379)

Humor (20246)

Infantil (5707)

Infanto Juvenil (5071)

Letras de Música (5465)

Peça de Teatro (1389)

Poesias (141229)

Redação (3391)

Roteiro de Filme ou Novela (1066)

Teses / Monologos (2447)

Textos Jurídicos (1983)

Textos Religiosos/Sermões (6447)

LEGENDAS

( * )- Texto com Registro de Direito Autoral )

( ! )- Texto com Comentários

 

Nota Legal

Fale Conosco

 



Aguarde carregando ...
Teses_Monologos-->Em memória do meu dilecto sábio contemporâneo -- 31/07/2006 - 21:43 (António Torre da Guia) Siga o Autor Destaque este autor Envie Outros Textos
ALBERT EINSTEIN



Em Outubro 1954, após 8 anos consecutivos de escolaridade, entro com empolgada emoção pela primeira vez, completamente tomado pela curiosidade, na sala de Físico-Químicas do Grande Colégio Universal, no Porto, algo que já era considerado para miúdos-graúdos com direito a saída semanal sem aconpanhamento.

Desde que me foi mostrada a peculiar figurinha de Albert Einstein, que em princípio me pareceu um grande maestro, nunca mais deixei de simpatizar com o atraente bigodaças-despenteado e, naquele tempo, sequer imaginava um só milímetro da dimensão miolar do sábio.

Muito mais tarde, em 1981, relacionando física quântica e poesia, esse todo que abrange os impossiveis do raciocínio enquanto estado espiritual, inspirada na Teoria da Relatividade, a singeleza surgiu sob o estreitíssimo molde da quadra popular:



Uma pedra, uma flor,
o mais pequeno ser vivo,
um pedacinho de amor,
tudo-tudo é relativo...


António Torre da Guia
Comentarios
Renove sua assinatura para ver os contadores de acesso - Clique Aqui