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Contos-->A PRIMEIRA TRANSA DE SANDRINHA -- 24/11/2003 - 19:17 (Antonio Perdizes) Siga o Autor Destaque este autor Envie Outros Textos

A Primeira Transa de Sandrinha

Sandrinha estava nua olhando no espelho, queira ver se havia ficado boa a depilação que fizera ao redor dos pêlos pubianos. Havia deixado apenas um discreto tufinho no centro, tudo para não aparecer nada quando usasse aquela calcinha que comprara no shopping, e, também, para ficar igualzinho ao da artista do filme erótico, que assistira na casa da Lu.
Na semana passada Lu telefonara afobada, disse que achara um filme pornô no armário do seu irmão. Não tinha coragem de assistir sozinha e lá foi ela compartilhar, amiga é para essas coisas. Quando lá chegou a Bel também estava lá, pois também fora convocada e, já que tinha mais experiência, estava examinando a caixa. O título do filme: “Ninfeta Insaciável” não dizia muito, mas a informação de que era com anal e DP deixou as três curiosas.
No inicio foi aquela chupação, ela com o dele na boca.
- Será que tem gosto de mijo? disse Lu.
- É um nojo! Eu é que nunca vou fazer isto, afirmou Sandrinha.
- Sei não, duvidou Bel.
As duas olharam para Bel e ficaram com medo de perguntar se ela já havia feito aquilo. Todas sabiam que ela havia transado com Rubinho num motel, no dia em que o pai emprestara o carro para irem ao cinema. Bel sempre levava isso como uma superioridade em relação as duas, ainda virgenzinhas, umas coitadas inexperientes.
As três concordaram e passaram essa parte do filme em FF, até que chegou a parte mais interessante. Ficaram, então, observando todas as possibilidades de se fazer a coisa, e, também, como se gemia quando o pau estava lá, entrando e saindo.
- Por que ela geme tanto? Será que dói? perguntou Lu.
- Deixa de ser boba, rebateu Bel.
- Mas da primeira vez dói, não é Bel? quis saber Sandrinha.
- Só um pouquinho, mas não é uma dor assim... e, dói também, depois, ao mijar.
As três continuaram em silencio. Lu agarrada numa almofada. Bel de olhos
saltados. Ela com os bicos dos seios em riste, acompanhando cada enfiada, gemida e mudança de posição que eles faziam.
Foi aí que entrou em cena um outro homem, já com o pau duro, este, muito feio, todo torto e deformado. O homem do pau feio deitou de costas na cama e a mulher veio por cima, encaixou o feio bem fundo, empinou a bunda para trás, abrindo bem o rego. O outro se agachou e foi enfiando o pau devagarzinho. A TV mostrava os dois paus dentro da mulher, que gemia mais alto, mas com uma cara de sem vergonha, como se estivesse curtindo a coisa. Então, elas entenderam o que era a tal DP “dupla penetração” da capa do filme.
Sandrinha começou a sentir uma náusea, um enjôo, apanhou o controle e quis desligar a TV. Bel arrancou o controle de sua mão e disse.
- Nada disso, logo agora na melhor parte.
- É Sandrinha, agora vamos ver como termina. – concordou Lu.
O final foi deplorável para as três, a mulher com dois paus na mão, jogando jatos de esperma em seu rosto, que ela lambia gulosa, com cara de contentamento e missão cumprida.
Sandrinha ficou uma semana traumatizada com a cena. Nunca faria isso, é coisa para putas como a Bel, dizia, que, agora, ficava dando aquele olhar lânguido para todos os meninos da classe. Será que estava planejando uma sessão de orgia a três, para imitar o filme? Não chega o Rubinho?

Continuava ali de pé, nua de fronte ao espelho, queria transar direitinho, tudo bem limpo, com camisinha, musica, perfume, no melhor dos climas e com um pau normal, de preferência o do Beto.
Beto era o garoto com quem ela estava ficando. Foi no aniversario da Mara que os dois dançaram juntos. Quando tocou uma musica romântica, ficaram agarradinhos. Então, ele deu um beijo na sua orelha, causando um arrepio no braço, perna e também em outro lugar. Sentiu uma coisa estranha apertar sua barriga, custou, só um pouquinho, a entender o que era. Pensou em se afastar, mas estava tão bom ficar assim.

Continuou se examinando. Deslizou a mão pela barriga e ao redor da vulva. Os dedos abriram os lábios vaginais e viu, no espelho, a imagem da vagina. Achou bonita, parecida com a da artista do filme pornô. Tocou com a ponta do dedo o clitóris, que saltou em forma de um pequeno botão rosa e ficou assim, a espera de sua decisão.
Respirou fundo, agitada e excitada. Colocou um CD no aparelho e pegou um potinho com creme de sobre o balcão. Deitou na cama, abriu as pernas, pegou o creme e, com o dedo, procurou seu botãozinho, começando a se acariciar.
- Beto, meu amor! Vem... fica aqui comigo. Deita em cima de mim e enfia tudo lá no fundo, me come, me fode, começou a fantasiar.
Beto tirava sua roupa, seu pau era grande e duro, igual ao do artista do filme, deitava sobre ela enfiando, golpeando fundo, mexendo com suas carnes, pesando sobre os seus seios intumescidos. Abraçou o travesseiro, quis gemer, mas sua garganta seca não soltou nenhum ruído. Aumentou a velocidade e foi sentindo uma dormência, um relaxamento, esticou-se na cama e, abraçada ao travesseiro, ficou assim: olhando para o teto, sentindo e esperando a gostosa sensação passar.
Havia descoberto e dominado sua feminilidade. Estava pronta e só precisava dar um jeito para ficar sozinha com Beto, deveria ser numa ocasião especial.
- Já sei, na tarde de quarta-feira. Não terei aula e mamãe não vai estar em casa, planejou.

Beto vivia agitado. Não adiantava se masturbar duas vezes ao dia, tudo eram bundas, bucetas e seios. Não conseguia nem estudar, já havia comido todas: Renata, sua vizinha gostosa, umas vinte vezes; Gisele, a modelo, uma só vez e não gostara, ela era fria e distante, só propaganda da Globo; Paula, do Casseta e Planeta, com aqueles seios enormes em que ele enfiara a cara, enquanto o pau entrava em outro lugar; quase todas as colegas da escola, porque algumas não valiam a pena; aquela amiga de sua mãe, a que tinha umas pernas bonitas e dava muito lance, quando ia lá em casa conversar; a professora de química, esta, toda a classe estava comendo, depois do show que dava, quando apagava o quadro, não havia nenhum colega que não ficasse pensando em ir para casa bater punheta; até com a Aki Ross, heroína virtual do desenho Final Fantasy, ele havia transado.
Com Sandrinha era diferente, mas só um pouquinho, é claro que ele já havia se masturbado pensando nela, mas foi uma masturbação de respeito, com carinho e jeitinho. Afinal estava gostando dela e, mulher que se gosta, é quase igual a uma mãe. Ninguém fica pensando em comer a própria mãe. Então, com a mulher que poderá ser mãe de seus filhos, se deve ter um pouco de respeito. Hoje ela telefonou, pediu para ajudá-la num trabalho de escola na casa dela.
Passou a manhã em jejum, não comeu nenhuma. Estava pensando em Sandrinha e conseguiu se conter. Talvez a mãe dela desse uma folga, e eles poderiam se dar um amasso. Andava doido para passar a mão nos bicos dos seios que despontavam embaixo da blusa.

Sandrinha abriu a porta, estava vestida com uma saia curta e uma blusa que deixava sua barriguinha de fora. Ele respirou fundo deu dois beijinhos e entrou. Quando ela convidou para irem estudar no quarto, ele percebeu que não havia ninguém em casa, e, então, seu pau deu uma crescida significativa. Ela percebeu e corou, ele disfarçou constrangido.
No quarto, não foi necessária a troca de palavras para saírem se agarrando, trocando beijos frenéticos. Então, pode realizar seu desejo: tocar nos seios e, sem encontrar resistência, avançar ainda mais. Quando perceberam estavam quase nus, arrancando as roupas e rolando pela cama. Ele tinha pressa, mas quando chegou a hora H, para sua surpresa, ela parou, abriu a gaveta do criado mudo e tirou uma camisinha.
Doidinha ela era, mas nem tanto, transar sem camisinha e ficar barriguda para depois carregar um filho nos braços a vida toda.
- NEVER!
Havia providenciado uma camisinha. A Bel emprestou e foi mal, porque teve de revelar suas intenções, e, agora, Bel estava em casa, esperando seu telefonema para saber o que havia acontecido.

Beto pegou o envelope, não conseguia rasgar o danado do papel da embalagem. Devolveu para ela, que rasgou com os dentes e retornou a camisinha. Isso foi deixando-o nervoso. Ela olhou para o pau duro, apontado para cima, não era igual ao do artista do filme, era menor, mais fino com a cabeça diferente. Aprendeu, então, que os paus não são todos iguais. Achou melhor ele ser pequeno, afinal, essa era a primeira vez e, com um pau desse tipo, seria fácil e doeria menos.
- Parece feito para mim, pensou.
Beto já havia enfiado um pouco a camisinha e teve de retirá-la. Havia se formado uma bolha de ar na ponta, e, então, se lembrou de uma instrução que lhe deram: “aperte a ponta com os dedos para não formar uma bolha de ar”. Depois, enquanto segurava a ponta, não conseguia vestir a camisinha, utilizando apenas uma das mãos. Achou que deveria ter três mãos para fazer isso. Sandrinha, percebendo o quanto Beto estava atrapalhado, resolveu ajudar, só então, a camisinha foi parar no seu devido lugar.
Ela deitou, olhou para o teto e se abriu esperando por ele. Ele já não tinha tanta certeza assim. Ficara muito nervoso, não era assim que transava em suas fantasias. Nelas, a camisinha nunca entrara. Deitou-se sobre ela, o pau não achava sozinho o lugar certo, sempre batia em algo duro difícil de penetrar. Então, resolveu guiá-lo com a mão bem no centro na vagina.
Sandrinha sentiu que, agora, ele acertara a posição. Respirou fundo e aguardou para sentir a penetração, que foi rápida e num só golpe. Gemeu alto e abraçou o corpo dele. Beto sentiu o pau entrar, ser apertado pela contração da vagina e gozou na mesma hora. Não pode evitar, nervoso, não teve controle sobre a ejaculação. Pensou.
- Quem sabe ela não notou, vou continuar fodendo para disfarçar. Mas, ao fazer o movimento, sentiu que o pau murchara e não conseguiu fazer mais nada e, então, retirou constrangido.

Ela olhou para entender o que havia acontecido. Viu a camisinha presa a um pau murcho e cheia de esperma. Não pode evitar o olhar de desapontamento. Ele apanhou suas roupas e foi para o banheiro sem olhar para trás.
Sandrinha vestiu-se e ficou esperando. Pegaria nas mãos dele para dizer que não se preocupasse, na próxima vez tudo daria certo e teriam muitas outras quartas-feiras pela frente.
É verdade, ficara decepcionada, mas a experiência que ganhara fora importante. Dera um passo à frente. A dor que sentira, e que ainda estava lá, foi real. Ficou satisfeita em ver a pequena mancha de sangue sobre o lençol, agora ela não era mais virgem, ou... bem... quase... sei lá...

Antonio Perdizes

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