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Cordel-->CORDEL DO DIA DOS PAIS -- 22/08/2006 - 15:24 (Antonio Albino Pereira) Siga o Autor Destaque este autor Destaque este Texto Envie Outros Textos
. CORDEL DO DIA DOS PAIS
Autor: Antonio Albino

Meus amigos de cachaça
Tô de volta pro cordel,
Se brincar comigo agora,
Vai ter marca no papel.
E agosto vai passando,
O setembro já chegando,
Tudo claro lá no céu.

Aqui embaixo vou contar:
O churrasco tava bom;
Foi no clube do congresso
E ninguém saiu do tom,
Carne já na churrasqueira
E começa a bebedeira,
Faltou mesmo foi o som.

Mas o som a gente faz,
Pit é cabra cantador,
Quando toma uma gelada,
Toca bumbo e tambor,
Fala alto, mente à beça,
Ir embora não tem pressa,
Bebe até o sol se por.

Dia treze de agosto,
Era a festa dos papais,
Churrasqueira era a treze,
Tanta sorte, pra que mais?
Pit Rei, todo barbado,
Rogerinho bem sarado,
Tá malhando, o rapaz.

Pit Toni, o narrador,
Tava lá observando,
Copo cheio de cerveja
E a carne beliscando,
A picanha maciinha,
Pão com alho, costelinha
E a gota estourando.

O Nelsão chegou a pé,
Bem tranquilo e magrinho,
Herba Life é a receita
Pra perder alguns quilinhos.
O carro ficou de fora,
Pois de carro lá agora
Só o sócio do clubinho.


Convidados, foi Radi
E duas lindas filhas,
Foi Rivanda e o namorado,
Que levou um run Montilla.
Foi Patrícia, acompanhada
Dum rapaz bom camarada,
Tavam todos em família.

A bebida foi na boa,
Faltou só caipirinha,
Falta tu, vai tu mesmo,
Cuba libre pra Circinha.
Não foi um, não foram dois,
Uns seis copos, ora pois,
Ela ficou bem alegrinha.

Clecius Nerby apareceu
De barbicha o rapazinho,
Yago foi também,
Já querendo ser mocinho.
Ana Keyla estava lá,
Com Marcelle pra brincar
E a Carol no seu cantinho.

Tia Márcia também quis
Participar do recreio,
Dona Sônia na cerveja,
Estava no nosso meio.
Flávio nem bem chegou,
De um prato se apossou
E saiu de bucho cheio.

Além da carne gostosa,
E da cerveja gelada,
Tinha arroz escorrido
E uma linda salada.
Teve também passoca
E do Rei, a mandioca,
Mole e amassada.

Conversa vai, conversa vém,
Ficou ali conjuminado,
Em Brazlândia, a cabidela
Ia ser um bom guisado,
De domingo a quinze dias,
Todos lá com alegria,
Dia certo já marcado.





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