Usina de Letras
                                                                         

....Aguardo um pouco estou carregando o texto
Usina de Letras
56 usuários online

 

Autor Titulo Nos textos

 

Artigos ( 59160 )

Cartas ( 21237)

Contos (13113)

Cordel (10292)

Crônicas (22202)

Discursos (3165)

Ensaios - (9445)

Erótico (13482)

Frases (46565)

Humor (19290)

Infantil (4468)

Infanto Juvenil (3741)

Letras de Música (5480)

Peça de Teatro (1337)

Poesias (138290)

Redação (3058)

Roteiro de Filme ou Novela (1060)

Teses / Monologos (2427)

Textos Jurídicos (1945)

Textos Religiosos/Sermões (5537)

 

LEGENDAS
( * )- Texto com Registro de Direito Autoral )
( ! )- Texto com Comentários

 

Nossa Proposta
Nota Legal
Fale Conosco

 



Cordel-->ENCHENTE DE POESIA -- 13/10/2005 - 16:29 (José de Sousa Dantas) Siga o Autor Outros Textos
. ENCHENTE DE POESIA

Estrofe de ALMIR ALVES FILHO:

“NAS ÁGUAS DA POESIA”
Vi o Daudeth Bandeira
E o José Dantas na beira
Em clima de pescaria;
Dois bardos com maestria
Somando força e talento
Cada qual o mais sedento
Cortejando grande lago
Com o seu condão de mago
Dentro do balizamento.

.................

Estrofes de JOSÉ DANTAS:

Poeta ALMIR ALVES FILHO,
escritor abalizado,
que faz trabalho esmerado,
com arte, talento e brilho,
capricha no estribilho
em tudo quanto decanta,
limpa, cava, molha e planta,
se orgulha e se extasia,
espalha sabedoria,
que nos eleva e encanta.

Desceu na forte enxurrada
de uma chuva de rimas,
navegou em novos climas,
pasmou de alma encantada,
realizou a jornada,
com vontade e euforia,
se encheu de alegria,
absorvendo cultura,
bebendo na fonte pura
DAS ÁGUAS DA POESIA.

Estrofes de DAUDETH BANDEIRA:

Nas torrentes caudalosas
do rio de nossas lavras,
ALMIR encontrou palavras
para três ou quatro glosas,
com linhas melodiosas,
carregadas de harmonia,
compulsando sinfonia
de sentimento e doçura,
formando a fonte mais pura
DAS ÁGUAS DA POESIA.

Do som de duas gargantas,
qual vento soprando fraldas,
DAUDETH BANDEIRA CALDAS
e JOSÉ DE SOUSA DANTAS,
rasgando o chão entre as plantas,
forte corrente descia
e ALMIR se delicia
nesse arroio de cultura,
bebendo na fonte pura
DAS ÁGUAS DA POESIA.

Comentários

O que você achou deste texto?        Nome:     Mail:    

Comente: 
Perfil do AutorSeguidores: 70Exibido 855 vezesFale com o autor