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Cordel-->DITADOS DE ONZE SÍLABAS -- 22/12/2004 - 19:57 (José de Sousa Dantas) Siga o Autor Destaque este autor Destaque este Texto Envie Outros Textos
DITADOS DE ONZE SÍLABAS com rimas encadeadas
José de Sousa Dantas, em 22/12/2004

Ao bom pagador não dói o penhor
Enquanto se capa, não se assobia
Juras de amor, juras de um dia
Nunca se agrada com tanto fervor,
quando se espera um outro favor,
Bolsa despejada, casa amargurada
Culpa perdoada, culpa reparada
O último a rir é o que ri melhor
A cobra maior engole a menor
Quem pondera tudo, não resolve nada

Ninguém está bem com a sorte que tem
Gato miador é mau caçador
Não há boa terra sem bom lavrador
Cada cuba cheira ao vinho que tem
Recebe o bem conforme te vem
Fio e agulha é meia costura,
Não há fome que não dê em fartura
Laranja madura, na beira da estrada,
ou ela está podre ou está bichada,
Borracha vazia não tira secura

De um sim de um não, nasce a questão
A mesa redonda não faz cabeceira
A ignorância é má conselheira
Ladrão de tostão, ladrão de milhão
Dinheiro na mão, olho no ladrão
De livro fechado, não sai um letrado
Em ano geado, não há pão dobrado
Quem primeiro chega, primeiro é servido
O dado é dado, o vendido é vendido
Arco sempre armado, ou frouxo ou quebrado

Quem se faz temer, não se faz amar
Na necessidade se prova amizade
Em fonte pequena se bebe à vontade
De sofrer e amar é difícil escapar
Diabo a rezar, quer te enganar
Comer de vilão, na boca e na mão
Com Deus adiante, todo mar é chão
O amor e o reino não querem parceiro
Se é curto o dinheiro, me pague primeiro
De boca do cão, não tires o pão.


DITADOS DE ONZE SÍLABAS sem rimas encadeadas

Comer e coçar é só começar
Mulher de bigode, nem o diabo pode
Deus faz o que quer e o homem o que pode
Duro de cozer, duro de comer
Sem contrariar, não dá pra educar
Perdido por um, perdido por cem
O olho do dono, engorda o cavalo
O tempo perdido não se recupera
Na falta de pão, são boas as tortas
Ovelha que berra, bocado que perde.

e árvore caída, todos fazem lenha
Quem meus filhos beija, minha boca adoça
O que é do homme o bicho não come
Em boca fechada não entra mosquito
Com papas e bolos se enganam os tolos
Calção de veludo ou bunda de fora
Não se vende o burro por grandes orelhas
Em caminho batido não nasce capim
Muito sabe o rato, mas mais sabe o gato
Segredo entre dois não é mais segredo

De médico e de louco, nós temos um pouco
Dinheiro emprestaste, inimigo criaste
Em terra de cegos, quem tem olho é Rei
Escuta cem vezes, fala uma só
Mais vale pão duro, que figo maduro
Quem muito se abaixa, o cu se lhe vê
Quem não quer ser lobo, não lhe vista a pele
Quem não tem vergonha todo o mundo é seu
Um olho no burro, outro no cigano
Para o bom trabalho, não há dia grande

Adoro a sogra da minha mulher
A boa vontade faz do longe perto
A cavalo dado, não se olha os dentes
A nadar, morreu de sede a preguiça
Mulheres perdidas são mais procuradas
Banana madura não fica no cacho
Casa de ferreiro, espeto de pau
A língua não é de aço, mas corta
Quem quer água limpa, vai buscar na fonte
Do amigo velho, o primeiro conselho

Gaivotas em terra, sinal de mau tempo
Quem nada faz, sempre tem quem o ajude
Os olhos são as janelas da alma
Faz o que eu digo e não o que eu faço
Nem tanto ao mar, nem tanto à terra
Quem pensa não casa, quem casa não pensa
O ignorante é o que mais fala
De nada duvida, quem de nada sabe
A palavra é de prata e o silêncio é de ouro
A gosto danado, o doce é amargo

A preguiça é a mãe de todos os vícios
Amigos, amigos, negócios à parte
Cobertor de pobre é sempre mais curto
Deixar como está pra ver como fica
Não deixes o certo pelo duvidoso,
Amor e pobreza não dão boa liga
Amor infeliz, amor duradouro
Os minutos são longos, os anos são breves
Ano que meiou, ano que acabou
Cupim e palmeira, mal pasto e má eira

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