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Artigos-->O INDICADO PARA O SUPREMO -- 10/10/2020 - 05:39 (HENRIQUE CESAR PINHEIRO) Siga o Autor Destaque este autor Destaque este Texto Envie Outros Textos

Nas redes sociais, tenho lido diversos comentários contra a indicação que Bolsonaro fez para preenchimento da vaga no Supremo Tribunal com a saída do Advogado de Merda, segundo Saulo Ramos. Muita gente furiosa. Os comentários são os mais diversos, tendo em vista o currículo do indicado e as conexões políticas dele, com tendências esquerdistas.

O Brasil e o mundo passam por momentos difíceis, com os comunistas, usando de outras táticas, na tentativa de dominar o mundo; o que de certa forma estão conseguindo. Aqui, a situação é deveras preocupante.  Desde 1985 os governantes que assumiram o país foram esquerdistas; uns declarados e outros enrustidos para enganar o povo, tipo Fernando Henrique Cardoso.

A infiltração comunista no Brasil data de 1922, quando foi fundado o Partido Comunista Brasileiro, com orientação de Moscou para que nossas instituições fossem tomadas gradativamente por comunistas. Naquela época, houve aqui o Movimento Tenentista a partir de cartas falsa atribuídas a Artur Bernardes contra os militares. Prestes participa do movimento e posteriormente é o indicado por Moscou para tomar o poder. Quando surge em 1935, a Intentona Comunista, derrotada pelos militares.

Com a derrota comunista a infiltração passou a ser feita pelos checos, disfarçados de empresários que aportaram por aqui a partir de 1949, também sob orientação de Moscou, tento Jango infiltrado muitos comunistas no Ministério do Trabalho no governo de Getúlio.

Em 1960, Jango arquiteta com Brizola a tomada do poder de Juscelino, conforme Armando Falcão denunciou na época. Isso deixou os militares em alerta, e em consequência, quando Jânio renunciou, Jango não assumiu o poder diretamente, estabeleceu-se o parlamentarismo no País. Regime que teve duração efêmera.

As tentativas comunistas não pararam, e em 64 novamente tentaram a tomada do poder, e novamente foram repelidas pela nossa Gloriosa Revolução, mesmo assim os comunistas continuavam no governo, e Costa e Silva teve que cassar diversos senadores, deputados federais e estaduais, e três ministros do Supremo; traidores da Pátria a serviço de Moscou.

A luta contra o comunismo continuou nos anos seguintes, mas de maneira errada, uma vez que os militares somente combateram os guerrilheiros e esqueceram-se das escolas. Soltas, os professores puderam pregar a ideologia esquerdista à vontade. E pouco a pouco nosso país tornou-se de esquerda, embora as pessoas sejam conservadoras, mas com aquela hipocrisia de que devemos ajudar o próximo, contanto que o dinheiro não seja meu. Temos raiva de políticos e adoramos os governos.

A partir da década de 1970, nós, influenciados pelos comunistas, vamos às ruas conclamar por eleições diretas e anistia. A partir daí começamos a demonizar os militares, que entregaram o poder sem nenhuma resistência em 1985 ao bandido Sarney.

Ao longo de todo esse tempo, de 1922 até os dias atuais, nossas instituições vêm sendo sorrateiramente aparelhada pelos esquerdistas, desde o Supremo até à menor câmara de vereador do país.  Por meio da desinformação, de meias verdades e velhas mentiras, fizemos a constituição de 1988, de tendências totalmente esquerdistas. Esse procedimento de desinformação foi adotado para confundir a direita, é tanto que Nikita Kruschev chegou a afirmar que os conservadores eram tão crédulos, que quando notasse as mentiras comunistas, já teriam perdido o poder. E assim vem sendo feito.

Na engrenagem esquerdista, Bolsonaro e Trump foram duas travas, e enfrentam adversários terríveis, contrários às ideias conservadoras, que tentam de todas as formas apossarem-se do poder e dominarem o mundo. Desta forma, vejo que o indicado por Bolsonaro para o Supremo não é o melhor, mas diante das circunstâncias e dos diversos acertos em outras situações, espero que seja um jogo estratégico dele, até porque o senado é um antro e a indicação terá que ser referendada lá. Uma derrota agora teria consequências trágicas, porque a oposição e a imprensa nefastas não poupariam o presidente, e assim o nome indicado os deixa calados.

 No jogo político devemos aprender a dançar; são dois para lá dois para cá, na hora que o adversário tropeça no passo é quando se dá o bote. Portanto, não vejo como o fim do mundo a atitude do presidente, até porque as pessoas, em sua grande maioria, não entendem de política e querem que as coisas se resolvam de imediato. Muitos dos que são contrários ao presidente hoje, ontem queriam Moro, e quando este foi demitido criticaram o presidente, tendo que voltar atrás quando viram quem era o mal caráter.

Como já disse, as forças esquerdistas no Brasil são muito grandes, o presidente tem apoio de poucos, dentro do Exército não há apoio irrestrito: tem os esquerdistas, os apoiadores, os indecisos e os magoados, ou seja, aqueles militares que não confiam no povo, pois esse mesmo povo que hoje clama por uma intervenção, ontem pedia eleição direta e anistia ampla geral e irrestrita, escorraçando as Forças Armadas que estão ressabiadas. O indicado pode não ser o desejado, mas pode ser que tenha respeito e gratidão, no sentido de votar coerentemente e sem defender interesses mesquinhos de esquerdistas.

Bolsonaro está praticamente só. Quantos políticos elegeram-se por causa dele e quantos viram as costas a ele? Inúmeros. Quantos governadores são do lado de Bolsonaro? Poucos. Portanto, ele tem que ser estratégico para poder vencer esta guerra e não vai ser fácil, em qualquer jogada errada as consequências podem ser funestas, uma cobra dificilmente erra o bote. E assim ele tem que ser.  

Nós passamos anos e anos errando, elegendo gente como Romário. Álvaro Dias, José Serra, Alcolumbre, Jerreisati, Esperidião Amim, Antônio Anastasia, Ciro Nogueira, Fernando Collor, Fernando Bezerra, somente para citar alguns, e queremos jogar a culpa em Bolsonaro quando ele faz uma indicação que não gostamos. Quem vai decidir é o Senado, e lá estão nossos eleitos, e o errado é Bolsonaro. Tenha dó. É práxis do ser humano, sempre buscar culpados para seus erros.

 

                                               HENRIQUE CÉSAR PINHEIRO

                                               FORTALEZA, OUTUBRO/2020.

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