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Poesias-->SER POETA -- 16/10/2003 - 23:28 (L. Stella Mello) Siga o Autor Destaque este autor Envie Outros Textos


Fim de tarde!...

Serena... Parada... Harmonia cândida

Como o apagar de alguma chama,

Como a esperar a magnânima

Mão celeste recolher o sol,

Que incendiando o céu qual um farol

Imenso, ainda arde a iluminar a mata,

Até que, em seu lugar, bem alta,

Rodeada de estrelas, coroada,

Ela aparece, encantadora e fria

Como uma noiva com seu véu de prata

Enchendo o céu de doce magia!

A lua - bela inspiradora dos poetas,

A bela adormecida torna-se desperta,

Deixa a redoma onde era reclusa

E vem, encantadora, a doce musa,

Banhar as almas dos enamorados!...

Oh, divinal visão!...

Que enche nossos olhos com a ilusão

Do sonhador, que almeja em vão

Reter-lhe o brilho, belo e fulgurante

Para banhar o rosto da amante...

Sob o mágico clarão de feiticeira

Espalha, dominadora, com carinho

A sua placidez por uma noite inteira...

Fulgurante enlevo que nos leva crentes

No poder de palmilhar este caminho

E o nosso sonho ver concretizar...

Saber que, à sua luz pode-se amar

E viver de esperança a vida inteira!...



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