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Artigos-->O espelho da perfeição social -- 06/10/2019 - 10:58 (Padre Bidião) Siga o Autor Destaque este autor Destaque este Texto Envie Outros Textos
O Espelho da perfeição Social

É difícil amar o que nos impõe tristezas com suas imperfeições é uma tarefa árdua. Amar aquilo que nos  é dócil, não há esforço e se não há esforço nosso, não há com o que se congratular. O mérito está no aprendizado diário, sofrido e dolorido que também faz parte da vida. Essa "mestre" quer mais da gente, porque sabe que somos capazes, embora queiramos muitas vezes, "chutar o balde". Aprender dói. Se não dói, não há com o que se sentir suavizado com nossas imperfeições. Devemos saber que a imperfeição do outro, também pode ser a nossa. Se colocar no lugar do outro, ainda que esse outro não seja o que idealizamos, pode ser lunático demais, mas em contrapartida, você aceita viver tendo como bússola, que não existe vida perfeita. Existem "alunos" resilientes e esforçados em compreender que o que mais incomoda nos outros em nós, é justamente aquilo que não gostamos em nós.
Pergunto:  O que é imperfeição? O pequeno príncipe não tem passado, é Sol, nasce sem ontem. É Divino e menino vai e vem num tempo sem entender o templo Americanalhizado e homem que caga nos quatro cantos do universo.
A perfeição só existe na sociedade onda as regras impostas, predominam. Talvez seja mais fácil encontrar perfeição dentro de uma sociedade hipócrita, do que numa relação interpessoal. Você não conhece o outro pelos outros. Só por você.
O príncipe na idade menina, onde todo menino é um rei e a sociedade com seu matulão, na corcunda de Nostradamus num mosteiro de hinos e Santos numa sociedade narcisista. 
Os porões de gritos e gozos ecoam sons  no rígido  das esferas com risos nas dores da fé, e aos badalos de um tempo no Templo de rosas, os perfumes servem para encobrir a carniça abaixo dos tapetes do Senhor.
O enigma e o veneno promovido ao aprendiz apressado que vai  tombando com lábios roxos ao bem da arquitetura de aço com base de argila, mantendo segredos e palavras de passes para os escolhidos do "oriente" deles.
A mulher, tida como satanás para assustar o ser gente, fez ao longo do tempo gente no ser gente, sacrificar a santa bruxa Joana D"Arc que depois promovida no cinismo do Deus morto, serviu para alimentar a fé com os quinhões da inquisição.
Assim como Roma que sacrificara o José filho do carpinteiro por discordar dos sacerdotes e da política Romana, pois defendera a Filosofia do grau CRISTO, que foi jantado e zombado com coroa de espinhos e com a frase: Rei dos Judeus, um povo sem pátria...
O Pequeno Príncipe e interpretações de úteros terra...aí meus ovos! Damares tá no poder, fé deu a Deus dará no azul dela e no rosa sem nome. Ó do Ó senhora padroeira que empurrou a noite Benedito, o São dos escravos, padeiro e padroeiro. Lá se foi Benedito dando o trono a santa portuguesa Senhora do Ó. 
O pequeno príncipe, precisa ser macho porque o Bozo teve momentos difíceis da caverna e levar a dor redonda para um povo crente e no culto orar que  acendera a lanterna Luteriana, filho da Igreja Católica Romana que matou muita gente em nome do senhor, imaginário Lutero...
A verdade e seus donos tentam queimar na fogueira, o pequeno príncipe com as frustrações do tempo gente.
Expulsaram o autor com faxes News e Ustra nas escolas dos soldados do Deus Macete no universo do Reino dele. 
Marielle se viva fosse, teria uma interpretação comum e confiável para atual conjuntura do personagem: O Pequeno Príncipe.
Com força no gogó, ela (Damres) disse: "O lugar de pau é na buceta,  no amém de Damares, excitando a casa de Irene de chapéu de sol armado no amado dela.
Quá chapéu, menino no azul dela e menina no rosa com aquilo roxo no olho.
Rio de janeiro tá muito quente e, por isso, nas calçadas fritam ovos. Ai  meus ovos! Amazonas queima  e o Bozo diz que Queiroz tá na casa da mãe do perguntador... qualé mané!!

Marcos Palmeira
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