Usina de Letras
Usina de Letras
                    
Usina de Letras
134 usuários online

 

Autor Titulo Nos textos

 


Artigos ( 57505 )
Cartas ( 21184)
Contos (12608)
Cordel (10177)
Crônicas (22283)
Discursos (3141)
Ensaios - (9088)
Erótico (13416)
Frases (44277)
Humor (18618)
Infantil (3903)
Infanto Juvenil (2849)
Letras de Música (5479)
Peça de Teatro (1320)
Poesias (138234)
Redação (2946)
Roteiro de Filme ou Novela (1056)
Teses / Monologos (2411)
Textos Jurídicos (1926)
Textos Religiosos/Sermões (4981)

 

LEGENDAS
( * )- Texto com Registro de Direito Autoral )
( ! )- Texto com Comentários

 

Nossa Proposta
Nota Legal
Fale Conosco

 



Artigos-->A cicuta: silêncio do poeta -- 29/09/2019 - 09:36 (Padre Bidião) Siga o Autor Destaque este autor Destaque este Texto Envie Outros Textos
A Cicuta: silêncio do Poeta.

Rogo a minha Padroeira Madalena, que leve- me numa tarde noite do nada ao tudo da morte que abraça a carcaça no topo da vida gente. Sou contra o suicídio ao sadio, mas no leito da morte como poeta, defendo a Cicuta para aguentar os operários e o sistema do SUS. O poeta sonha e brinca com as estrelas. O Poeta ama o útero, e nele vê Deus na beleza do procriar. Meu olhar, encontra beleza e paz e vê nela um chão de estrelas com o céu esvaziado. Elas desceram e fizeram da minha dor um tapete iluminado. 
O Poeta ama o útero, e nele vê Deus na beleza da aurora. Não tem sexo, mas ama almas e chora em silêncio na madrugada. Enxuga os olhos na Alvorada na beleza da manhã no calor sol, lá só num mundo onde o americanalhizado dá limites ao homem. É  no nascer da poesia e a morte do poeta, na dor diabla num julgamento humananimal, para dar adeus com a poesia.

Marcos Palmeira
Comentários

O que você achou deste texto?        Nome:     Mail:    

Comente: 
Perfil do Autor Renove sua assinatura para ver os contadores de acesso - Clique Aqui