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Artigos-->A guerra dos úteros sob o auspício do Grande Útero -- 08/07/2019 - 09:21 (Padre Bidião) Siga o Autor Destaque este autor Destaque este Texto Envie Outros Textos

A Guerra dos úteros sob o auspício do Grande útero.

Útero é chão, é terra, é céu e inferno. É frio ou calor; é fúria ou paz; é ser ou não ser; é mar, rio, lagoa. Há quem se doa na dor de parir o amor num botão sem pétala. É masculino; é feminino; é menino; é menina adormecido no adulto escravo. É gera dor com a cor viva da vida a nascer e renascer. É expansão e prisão aconchegante no amante do viver, sem precisar de colunas gigantescas, pois é o templo sagrado que faz jorrar o bom e o mal; o assombro e o desassombro. É mãe que mira e fita tudo que nela um dia, foi guardado e protegido. É o sentar no balanço da instável essência humana. Útero é trabalhar as incertezas de um futuro cujo mistério assenta em mentes diversas, espessas ou cheias de manias que precisam trabalhar o ego que deixou certa vez, a morada uterina que precisa a todo custo sentir-se ser. Nessa busca insensata, perdeu o foco  e oco ficou. A insegurança tomou conta nas contas de tantos rosários. O livro escrito pelo homem, tenta ser sacro, mas é o útero o sacrifício, o sagrado, a terra que despeja e come numa digestão que não sacia nenhuma fome do homem que apenas come o verde da grama e pasta até o dia do retorno. A busca pela exuberante coluna da existência perde o sentido quando se ignora a mãe que incuba e embala uma vida ainda incubada sem a razão uterina. O homem menino peregrino chora a perda da mãe útero e deseja retornar, embora seja o mar, que afogue suas incertezas numa eterna imaturidade. O Útero e suas pedras ao caminho, na formação gente na arena Romana da sangria que, com o polegar sinaliza o desejo do imperador no apilador pilar de estrutura sólida e base de argila. A alegria para a unanimidade no combate promovido pelos césares, faz Roma viver em pleno século XXI na terra de Vera Cruz. O confronto dos úteros no tabuleiro das tortuosas jogadas para defender a elite cantada pelo poeta Falcão, é fedido mas com dólar fica perfumado na avenidas de quinto entender Americanizado. Se quiser com Deus falar, deve lamber chão dos palácios numa sala com mesa de lugares tantos, teto com um céu de estrelas na arquitetura da fé Imperial do nascimento que impera a dor povo. Como diz lá no Coité no quintal do Zeca Crente, galinha bebe água e olha para o céu azul, na visão monocromática.

Então, pergunta-se:”Quem vem lá?” Precisamos observar, pois os úteros são tantos, mas vamos citar as crias que são os discípulos dos úteros: o útero de Pinochet x Útero de Jesus Cristo. Quem vem lá? A quem devemos fazer referência!?

Marcos Alexandre Martins Palmeira

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