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Artigos-->A Profecia no Mosteiro Bidiônico -- 04/04/2019 - 07:27 (Padre Bidião) Siga o Autor Destaque este autor Destaque este Texto Envie Outros Textos

A profecia na Nova Era Bidiônica

Estava a fazer uma viagem ao Sertão das Alagoas, pois havia recebido um convite de uma fidelíssima seguidora do Novo Testamento. Ela, como ninguém, conhecera as dificuldades do sertanejo e tinha uma enorme crença nas cartas proféticas inseridas no tal testamento e fez-me um convite para participar de um grupo de estudos. Como estamos atravessando por um período novo na história nacional, onde tudo aparenta ser novo. Como qualquer ser humano cuja carne é não só fraca mas podre, me senti lisonjeado com o convite e com a minha inclusão no novo grupo que sempre apoiou uma proposta de uma suposta Nova Era para a nação, com características embasadas em preceitos morais, cristãos, políticos e sociais de cidadãos do bem (mal). Mas a jovem exibia além de boas intenções religiosas para minha conversão, um encantamento que me seduziu no primeiro momento de minha visão dessa Nova Era. Tratava-se uma Hera muito bonita que se enraizava e se enroscava como uma rolha no vinho do cálice (cale-se) e me propôs com seu encantamento de feiticeira a provar da vivência humana no novo testamento Bidiônico. Ao entrar, dei-me conta de que havia um aquífero enorme com diversas espécies marinhas, dentre elas,  tubarões que ofereciam-me certas vantagens para a aprovação de uma nova reforma previdenciária no Mosteiro Bidiônico. Ouvi atentamente e li as “sagradas escrituras” já desgastadas pelo tempo e constatei que nada era novo, salvo minha presença física naquele local. Após a leitura, além de oferecem “abençoadas” vantagens, eu por ser uma figura folclórica, e portanto, de fácil acesso à população do Mosteiro, deveria implementar tal proposta sob forte pressão da família Chondrichthyes, uma família tão antiga, que já existia há milhões de anos, o que justificava NADA ser novo na tal profecia do Novo Testamento. Mas como a viagem me fora financiada, com todas as mordomias que me garantiram um agradável passeio, tive que aderir a esse novo movimento. Ao retornar para o Mosteiro Bidiônico, deparei com um movimento de Inconfidência que surgira desde minha escapulida do Mosteiro. Minha viagem e tudo nela inserido havia sido descoberto e amplamente divulgado pelos meus assessores da Assembleia Bidiônica em parceria com aquela jovem encantadora do qual me fez cair nas armadilhas de sua beleza  erótica e bastante avantajada que lhe garantiam tetas enormes a produzir um delicioso leite que me matou a tentação por uma vida fácil. Foi bastante complicado sair da enrascada em que me metera, mas resolvi assumir os meus erros por ser humano e imperfeito (graças ao bom Senhor e àquela jovem de cabelos longos e seios volumosos à vista). Ainda bem que o excesso de perfeição é a própria imperfeição e fui assim absolvido.

Palavra da Salva Ação!

Vai à paz moça do Novo Testamento!

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