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Artigos-->Nem sempre os verdadeiros irmãos estão sob o mesmo teto -- 30/03/2019 - 18:22 (Padre Bidião) Siga o Autor Destaque este autor Destaque este Texto Envie Outros Textos
Nem sempre os verdadeiros irmãos estão abaixo do mesmo teto ou saiem da mesma caixa de Pandora...



Não é o sangue que faz a união e muito menos, a parceria em dividir a harmonia sob o mesmo teto. Tudo é relativo, e assim não temos o controle de qualquer situação. Esse é o mistério da vida. Famílias numerosas, representam apenas um quantitativo sem qualquer critério que revele a existência de uma convivência equilibrada. A noção de espaço emocional representa um desafio enorme, uma vez que nossa limitação (a depender do estilo de criação), poderá ou não facilitar o desenvolvimento de um ninho de espécies venenosas. Educar seres para o mundo, tem início no ambiente familiar, o que não garante a qualidade de interação que venha a ser exemplar, pois a cada um, existe uma reserva de essência peculiar o que faz com que irmãos filhos de um casal, apresentem características variadas que seguem uma escala no sentido positivo ou negativo.

Nesse tabuleiro fedido da família Brasil, nos teatros de cortinas tantas e longos palcos, por trás da plateia, o povo acredita na emoção dos hinos e bandeiras na fé. A céu aberto de uma aleluia americacanalhizadora, nos desejos da quinta avenida e a cada bummm, uma música no Amém soa como da vitória de uma fábrica com o resultado pronto e o troféu a um vencedor premeditado. O branco Sujo ecoa na visão da covardia do lá tido paternalista para justificar o marron natural da perfeição divina. Mas o mau soado da boca do homem reflete um acordar e entender como a raça humana deve a sua existência no planeta terra. O pior animal é a Desgraça homem, a cagar nos quatro cantos do universo... Então, por vezes, é melhor uma solidão apaziguadora que qualquer convívio que provoque a morte lenta, gradual e sofrida de um ser que tem apenas o sonho de viver, ser feliz e respeitado em suas escolhas. Enquanto isso, vamos nos entorpecendo a nós mesmos, empurrados por uma cultura americacanalhizadora e esmagadora dos sonhos do ser ambulante nessa terra onde quem reina é a vida e dela, somos só passageiros. Então que sejamos passageiros com essência que valha a pena viver e compartilhar a existência. 
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