Usina de Letras
Usina de Letras
                    
Usina de Letras
7 usuários online

 

Autor Titulo Nos textos

 


Artigos ( 57504 )
Cartas ( 21184)
Contos (12607)
Cordel (10177)
Crônicas (22282)
Discursos (3141)
Ensaios - (9088)
Erótico (13416)
Frases (44276)
Humor (18618)
Infantil (3903)
Infanto Juvenil (2848)
Letras de Música (5479)
Peça de Teatro (1320)
Poesias (138230)
Redação (2946)
Roteiro de Filme ou Novela (1056)
Teses / Monologos (2411)
Textos Jurídicos (1926)
Textos Religiosos/Sermões (4981)

 

LEGENDAS
( * )- Texto com Registro de Direito Autoral )
( ! )- Texto com Comentários

 

Nossa Proposta
Nota Legal
Fale Conosco

 



Artigos-->Curiosidades humanóides -- 06/03/2019 - 14:16 (Padre Bidião) Siga o Autor Destaque este autor Destaque este Texto Envie Outros Textos
Curiosidades humanóides



Certa vez, um fazendeiro tinha umas propriedades rurais que estavam registradas em cartório de registro de propriedades rurais sob o nome do seu trabalhador que cuidava dos animais e de toda a infraestrutura do estabelecimento. Esse mesmo funcionário, cuidava das finanças da Fazenda incumbido sempre de movimentar toda a conta bancária, incluindo a retirada em banco para pagamento e dedução de impostos sobre o salário dos trabalhadores rurais. Por ser extremamente conhecido, o fazendeiro afirmava desconhecer o trabalhador amigo que fora descoberto por órgãos de fiscalização, com patrimônio não condizente com o seu salário de simples funcionário da propriedade rural, o que o distanciava do status com as demais mãos de obra rurais. Pois bem, o proprietário que não era proprietário legítimo do bem imóvel, foi acusado por crime de sonegação de propriedade e seu funcionário continuou com a plantação de laranja para comércio de exportação, tendo como principal consumidor, o TIO SAM, agora popularmente conhecido como TIO PRUMT. O suposto fazendeiro que não o era, teve a prisão decretada por apropriação indevida daquilo que nunca fora em seu nome registrado e o funcionário continuou a comandar o agronegócio. Até que foi acometido de uma enfermidade grave cuja causa imputada fora provocada por uma tentativa de assalto que apenas revelou o que já estava predito na saúde física e nem mesmo o tal funcionário amigo do suposto fazendeiro não fazendeiro, desconfiava. O "fazendeiro" já preso teve notícias da perda de seus entes queridos em particular, seus familiares. Continuou na prisão, mas como a justiça é "cega e perfeita", temia que a sua liberação para o funeral dos parentes, pudesse promover comoção da população e consequentemente, uma revolta popular feito aquelas só registradas até então, em livros de história, entre as quais, podemos citar: a revolução pernambucana, a revolta da confederação do Equador, a Inconfidência Mineira, a Revolução Francesa, a Revolta dos Mascates e tantas outras. O que justifica a denominação adequada à justiça:"cega, surda, muda e perfeita" para ocasiões pertinentes. Sendo assim, continuou na solitária com a solidariedade que ainda existe em alguns humanóides, mas não teve ideia e jamais terá que sua vida se tornara já no presente, um referencial de resistência digna, assim como, sem perceber e sem querer os que o confinaram, jamais saberão que o nome mais citado na história daquele lugarejo será o dono que NUNCA foi dono juridicamente de nada.

A boa notícia é que a Fazenda continuou a produzir laranjas de excepcional qualidade, inclusive para continuar com a exportação de matéria prima de primeira a um custo super em conta ao importador, de tal forma que envasava os sucos extremamente "aprimorados" com aditivos que dariam a continuidade ao comércio de empresas "cuidadoras" de saúde.

O cidadão dono de nada, continuou na solitária sem perceber que escrevia mais uma etapa da história do lugarejo chamado Brasilis.
Comentários

O que você achou deste texto?        Nome:     Mail:    

Comente: 
Perfil do Autor Renove sua assinatura para ver os contadores de acesso - Clique Aqui