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Artigos-->Leitura do livro do Bem, segundo o Evangelho Bidiônico -- 15/12/2018 - 06:05 (Padre Bidião) Siga o Autor Destaque este autor Destaque este Texto Envie Outros Textos
Leitura do livro do bem, segundo o Evangelho Bidiônico



Eis que a humanidade amplia cada vez mais os passos na direção oposta ao bem ser e fazer. A maldade tem cada vez mais ampliado o ruído da inveja e maldade e àqueles que, ao bem e à pureza insistirem, são condenados na primeira instância, pelo tribunal de júri familiar. Essa é a primeira instância jurídica especializada em julgar o crime do ser diferente. É no âmbito familiar onde ocorrem os primeiros e principais processos de julgamentos, sem contar com os que englobam a área que acata o diagnóstico psicossocial, que emite pareceres familiares a respeito (melhor, despeito) da saúde mental de determinado participante que, por falta ou excesso de sorte, não herda a genética da mediocridade. Julgamentos, diagnósticos ou pareceres técnicos são em primeira mão, emitidos pelo “sacro” ambiente familiar. Como é “sagrada” a família que segue a regra geral da mediocridade! Salvo raras exceções, pois todas as regras as tem, existe uma parcela ínfima mundial que pratica e transmite o conceito do respeito ao ser indivíduo. O hábito cria um comportamento social “justo”, onde a consangüinidade permite o que não se deveria permitir. Família por ser célula social, exerce papel fundamental no comportamento humano, pois assim já diziam os estudiosos desde sempre.

“Família, amor maior”, tenho percebido que a grande maioria segue guiada numa inocência útil em nisso acreditar. O amor maior à essência de cada ser nesse lóculo primo da sociedade, permitiria à consequente família de amor. Seu fruto germinaria com maior força social se a todos, fosse permitido amar-se primeiro a si para que então, a extensão do amor atingisse distâncias maiores. Temos que admitir que se somos também nossa essência pessoal, devemos saber valorizá-la e respeitar toda e qualquer diferença que existe nessa célula master. O respeito é um dom não acessível a maior parte de seres, que ousam formar um clã, que não se diga ser pecado, pois afinal, somos perfeitamente imperfeitos. A família é parte fundamental do pretérito do humano que projeta-se ao convívio social. A sociedade promove o convite, sendo a anfitriã que acolhe o ônus e o bônus deste ser social, o que a torna mais uma paciente do mal da humanidade. Insistir no bem que existe em cada um, é tarefa com bastante empecilhos. Acolher ao outro, julgado e condenado na primeira instância familiar, é pura ousadia e revolução. Talvez por conta da visão privilegiada que se tem a partir do centro do “furacão” que é onde todos, ao bem e blindagem da saúde mental, deveriam estar.

Benditos então, sejam os que se blindam do próprio sangue para não beber do cálice da dor existencial.





Palavra da Salvação!



Vão todos à paz!
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