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Artigos-->A ponte do Reginaldo -- 30/09/2017 - 06:15 (Padre Bidião) Siga o Autor Destaque este autor Destaque este Texto Envie Outros Textos
A Ponte do Reginaldo



Antes, era uma simples pinguela ligando lados num tronco de um tempo pescaria da beleza Caeté nos Sóis que pintara a alvorada curuminha, lá se foi! Época comum e índia da tetéia na certeza da chira dourada ao fogo e a divisão justa e perfeita na matemática do grande Arquiteto do Universo. Hoje, o monstro de concreto com seus vergalhões pintando de vermelho o Natal gente com engarrafamentos e luzes refletindo no asfalto aos pingos de um céu na dor do útero mãe que chora a viagem antecipada do filho que deu adeus a um mundo capitalista selvagem de umbigos tantos.

Vinte e nove de Setembro, antes São Miguel dos Campos era Benedito padeiro na fé de um povo mas o preto tirou do trono da matriz e fora substituído por Maria do Ó nos desejos pá da terra dos papa bispos num Poxim jantado pelo filho de Duarte Coelho, assustado com o progressista do Mosteiro Bidionico que comunicara o tratamento desumano aos índios da nossa Terra Caeté. Esse religioso fora jantado pelo filho do Governador e lá na ata Portuguesa da freguesia do Ó reza. O índio que devorou a autoridade Apostólica cobrindo o sadismo dos invasores portugueses, a história pintara uma sociedade Comunista ( comum) com monstros de um tempo sangrento e esquecido, escondendo a realidade dos fatos na mentira mestra das aulas de estória Brasileira. Assim, acontecerá na freguesia do engenho velho no meu apilado Pilar às margens da Lagoa Manguaba que enforcaram Francisco José, o escravo culpado da morte de um senhor de engenho que discordara com o delegado da Terra de Artur Ramos e dos Bagres! Dera Bode...



Precisamos levar nossa história aos tribunais e recontar a nossa gente...
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