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Ensaios-->História de Gersohn e sua lei -- 25/11/2013 - 10:18 (Félix Maier) Siga o Autor Destaque este autor Destaque este Texto Envie Outros Textos

Das Kapital: A história de Gersohn e sua lei e como Karl Marx fica comovido em Brasília (DF)

História de Gersohn e sua lei

Gerhard Erich Boehme

boehme@globo.com

Vamos imaginar que tenha sido criado um sistema político e econômico que
venha a transformar a sociedade tornando-a mais justa e igualitária. Sabemos
que para fazer frente a este desafio há duas maneiras que se destacam entre
tantas outras.
Uma é investirmos nas pessoas para que cada qual consiga desenvolver seu
potencial. Uma pessoa seria inovadora, face à capacidade de criação
conjugada a capacidade de por em prática o que criou. Outra seria talentosa
e assim propiciar maravilhas aos nossos sentidos, outra ainda teria a
capacidade para estudar e assim conjugar o conhecimento e realizar novos
empreendimentos, cada qual com seus dons, vocações e talentos, e ainda outra
esforçada, dedicada ou comprometida, usw. E temos a que desenvolveu o senso
de empreendedorismo, mais afeto aos riscos e desafios, assim como capacidade
para aproveitar oportunidades e com capacidade de conjugar ações em grupo. E
temos entre eles os que abdicam do consumo imediato, e veem sentido em
alocar estes recursos em ações desenvolvidas pelos demais fornecendo a eles
estes recursos, assim como o compromisso de se dedicarem ao futuro de seus
filhos, inclusive depois que não tiverem mais entre nós. Temos assim, cada
qual realizando o que está ao alcance de sua capacidade e competência.
A outra se dá no campo da ilusão, assim temos a pessoa que pega carona no
esforço alheio.
Como podemos chamar este tipo de pessoa?
Vamos dar um nome a ela, vamos usar para isso um prefixo bem conhecido,
“Ger”, que tem um significado interessante, aparece em muitos nomes ao redor
do mundo, inclusive o meu. Vamos então pegar o filho dele, fica então
Ger-Sohn. Gersohn? Gersohn é um bom nome, e afinal ele tem no Brasil muitos
tocaios e a história da publicidade no Brasil deu a ele outro significado,
mas o povo entendeu o recado, o que o Wiki nos ajuda a recordar
<http://pt.wikipedia.org/wiki/
Lei_de_Gérson>
cid:image008.jpg@01CEE88D.

C5E07F20.

Gersohn capitalista é impossível!
Pois bem, temos o Gersohn.
Gersohn pode usufruir o que cada um deles realizou, pode também colocar em
prática seu potencial e com o resultado pagar por isso se tiver recursos,
isso se for um deles. Ou pode agir, digamos com falta de honestidade, ou
conquistar os demais, “motivando-os” através da oclocracia a repartir os
resultados.
Se Gersohn viesse a pagar pelo que usufruiu, devolver ou fazer algum tipo de
escambo, seria a favor do livre mercado, seria capitalista. E honesto.
Entenderia que o mercado nada mais é do que o local onde fazemos trocas,
inclusive nele fazemos uso do tempo que disponibilizamos nossos recursos sem
partir para o consumo imediato, de certa forma é por quanto vendemos o nosso
tempo, os recursos que conquistamos com o resultado de nosso trabalho que
não alocamos no consumo imediato. Outros chamam esse tempo de juros. Outros
entendem que é o custo do dinheiro. Nada mais natural portanto. Mas Gersohn
aceitar isso. Ah, isso não! Capitalista, seu amigo Engel, o “anjinho” da
novela das 9h na Globo não deixaria. Mas ele está agora na Papuda, para a
alegria de uns e outros que lá estão.

Gersohn poderia cometer então ilícitos penais
Se fosse desonesto, sabia que iria, mais dia, menos dia para a Papuda. Ah,
isso não! Melhor ficar em Papanduva.

Gersohn prefere então criar a “Lei de Gersohn”
Gersohn é amigo de todos, assim todos dividem com ele os resultados. O
problema é que Gersohn tem irmãos e primos, sem contar os seus amigos e os
colegas do sindicato onde trabalha, e eles compartilham o mesmo ideal,
querem pegar carona. E tem os que usam “camisas pardas” que também fazem
parte da turma. Sem contar os que fazem parte das ONG, mas daquelas que
perderam a vergonha e o “n”, oPTaram pelo “P”, do para-governamental, já que
querem fazer uso de recursos do governamental.
Dividem os resultados, e o fazem de diversas formas, criam grupos de
pressão, chamam os mais fortes para os ajudarem, usw.; Enfim, criam a sua
comunidade, e a mobilizam pela Internet, quando necessitam de algo, até
mesmo chamam os black blocs, pois os “camisas pardas” do MST, da CUT, da
UNE,  usw. daria muito na cara. Ou vão a Brasília onde se encontram os
parentes de Gersohn que são influentes, que podem convencer os que
desenvolveram o seu potencial, assim apresentam motivos para ocorra a
incorporação dos meios de produção em benefício da comunidade, não apenas a
de Gersohn, mas de todos, já que os desenvolveram o seu potencial não podem
ficar de fora. Assim, conseguem fazer com que a realização pela repartição,
entre todos, do trabalho comum e dos objetos de consumo. A “Lei de Gersohn”.


A questão é, se Gersohn fosse capitalista, acharia justo pagar pelo que
pegou de carona, se fosse criminoso, pegaria a força e não daria satisfação,
mas iria para a Papuda. E então como fica o caso se Gersohn apenas continuar
a convencer os demais que faz jus ao resultado do trabalho de todos? Pior é
que ele é também amigo de políticos, os quais estão em muitos governos e
assim eles apresentam propostas para que ocorra a justa transferência ou
distribuição de renda e as impõem a todos, pouco se importando se o cobertor
é curto demais ou irá sobrecarregar os que de fato trabalham.


“Quando a propriedade legal de uma pessoa é tomada por um indivíduo,
chamamos de roubo. Quando é feito pelo governo, utilizamos eufemismos:
transferência ou redistribuição de renda”. (Dr. Walter E. Williams é
professor de economia na Universidade George Mason em Fairfax, Va, EUA.)


A questão é que o mundo é um pouco mais complexo que isso, mas não foge
disso, o que nos permite entender as razões pelas quais a Alemanha, terra
natal de Gersohn, afinal ele nasceu em Trier, ou em Treveris, como a
conhecemos, a mais antiga cidade dos Germanns, ou Germânia, como a
conhecemos. Assim como Allemann, terra de todos os homens, incluindo as
mulheres.

Quando “Allemann” foi destruída no fim da Segunda Grande Guerra, as
principais lideranças mundiais resolveram deixar para Gersohn e seus amigos
e parentes em uma parte, digamos em uma terça ou quarta parte, não sem
antes, tirar uma parte significativa das terras e passar para os parentes
distantes de Gersohn. A esta quarta parte, a pintaram de vermelho. As outras
três partes pintaram de outras cores, bonitas por certo, mas que foram
misturadas e resultou em um cinza, num tom mais escuro, como na figura
abaixo. Assim ficou decidido no fim da II Grande Guerra. Isso até o dia 9 de
novembro de 1989, embora oficialmente, com direito a feriado e tudo foi dia
3 de outubro do ano seguinte.

cid:image004.jpg@01CEE88D.
C5E07F20
Passaram-se quase 25 anos, uma geração, na parte vermelha, ficaram também o
Gersohn e sua turma, e de outro os que aos poucos começaram a entender que a
teoria de Gersohn não tinha fundamento.

No lado vermelho chegaram a mudar o nome de uma cidade que se chamava de
Chemnitz-Zwickau para um nome menos complicado, chamada de Cidade de
Gersohn, ou melhor, Gersohn Stadt, pois não podiam chamá-la de Gersohnburg
ou Gersonburgo, seria uma ofensa ao Gersohn. Gersohn afinal combatia os
burgueses, como chamava a classe média. E nesta cidade mudaram o nome da
Universidade local e a chamaram de UniGersohn, na qual estudavam diversas
teorias e meios para continuarem a convencer a todos que Gersohn tinha
razão. Tentaram através de estatísticas, de pesquisas, inclusive as do IPEA
- Instituto de Pesquisa Econômica Adiantada, com o uso de indicadores que
não levavam em consideração os indicadores de liberdade da Fundação
Heritage.

Mas não deu certo, não tinha como dar certo. Um pastor luterano começou a
convencer a todos que estavam sendo feitos de bobos e que trabalhavam
dobrado para a turma de Gersohn festar e mandar. Alertaram a todos que
muitos já tinham inclusive conseguido fugir para o lado cinza onde havia
praticamente poucos amigos de Gersohn, mas que não conseguiram se organizar
pela Internet. Este mesmo pastor conseguiu inclusive mostrar que muitos
morreram fugindo de Gersohn, era a turma do “Todesopfer an der Berliner
Mauer”  <http://www.chronik-der-mauer.
de/index.php/de/Start/Index/id/593792>
cid:image008.jpg@01CEE88D.
C5E07F20 ou a turma do muro. Não dos que ficam em
cima do muro como sempre fazendo política, como o fez o dono do Brasil, o
Sr. José Ribamar Ferreira de Araújo Costa.

A verdade começou a revoltar a todos, pois passados tantos anos o que
resultava do trabalho de todos era cada dia mais e mais passado para a turma
do Gersohn. Até que um dia resolveram dar um “pé na bunda” do Gersohn e de
sua turma e assim quebraram o muro. Colocaram-no abaixo, foi o dia 11 de
novembro de 1989. Uma data histórica, até comemorada pelo Papa de então, o
qual tinha sido vítima dos parentes do Gersohn. A Jan Pawe& 322; II, como passou
a ser conhecido Karol Józef Wojty& 322;a e que foi professor de ética Uniwersytet
Jagiello& 324;ski muito lutou também por este dia. Hoje é Santo. Mas dele devemos
ler um importante livro, pouco conhecido entre nós Em 1960, Karol publicou o
influente livro teológico Amor e Responsabilidade, uma defesa dos
ensinamentos tradicionais da Igreja sobre o casamento a partir de um ponto
de vista filosófico novo Se você for católico, este é um importante livro
que pode ser dado aos seus filhos neste Natal. E a nós todos, católicos,
judeus ou evangélicos, fica a sugestão de download.


<http://www.mediafire.com/
download/nyocsckb85shcx5/Amor+e+responsabilidade.p
df
> cid:image007.jpg@01CEE90B.
66FA8810
<http://www.mediafire.com/
download/nyocsckb85shcx5/Amor+e+responsabilidade.p
df
> cid:image010.gif@01CEE906.
514BF0D0

E o moral da história, uma das pessoas que acabou com a folga do Gersohn,
que também era filha de um outro pastor luterano, é hoje a 1ª Ministra de
toda a Alemanha, agora unida, já que juntaram a parte vermelha com a cinza e
assim passou a se desenvolver por completo. E passados mais alguns anos, o
pastor luterano assumiu o papel de chefe de estado, não de governo, já que a
Alemanha é federalista e parlamentarista, ele é hoje o Presidente da
Alemanha.

E o que aconteceu com Gersohn e a sua lei?

Ele fugiu e encontra-se com Cesare Battisti, aquele do PAC da Dilma, veio
para o Brasil quem sabe, ou talvez foi para a Venezuela, ou para a Bolívia,
pois era muito chegado também em um negócio que dava pouco trabalho e muito
dinheiro, um tal de pó branco. E assim o Gersohn dissemina agora a sua lei
entre os latinos, está pintando a América Latina de vermelha e convencendo a
todos que sua lei é a melhor. Criou até um Fórum de debates na Internet, um
tal de Foro San Pablo.

E os black blocs?

Ah! Gersohn os trouxe junto. Assim como os “camisas pardas”. Agora para se
divertirem os black blocs ganham uma cota extra do que Gersohn comercializa
ou não precisam devolver ao Gersohn, basta eles se divertirem nas ruas em
nome e sob o comando de Gersohn e sua turma, pois como disse, os “camisas
pardas” dariam muito na cara e os que motivaram Carlos Vereza escrever um de
seus melhores artigos “2010: Cristais quebrados” também deixaria tudo muito
evidente, pois o que conta hoje é o modismo, como os dos black blocs e não
mais os “camisas pardas”. Mas o financiamento é o mesmo, a famosa cota extra
de Gersohn.

O problema é que na América Latina temos os personagens dos best-sellers de
Plinio Mendoza, Carlos Alberto Montaner e Álvaro Vargas Llosa. Todos com uma
lata de tinta vermelha na mão e faex na cabeça.

“Faex urbis lex orbis”
cid:image011.jpg@01CEE88D.
C5E07F20
E a turma do Gersohn que dava aulas na UniGersohn?

Bem, eles foram para a USP, Unicamp, usw. Até mesmo para a Universidade
Federal de Ouro Preto, lá criaram o Centro de Difusão do Comunismo
(CDC-UFOP) e estão aprendendo como construir muros e paredóns. E até mesmo
teve um que se candidatou a burgomestre, ou melhor, a prefeito de Campinas,
mas perdeu. Outro teve mais sorte, se tornou prefeito de São Paulo. E os
“médicos”?

Eles não foram para o Sírio-Libanês. Ao menos não para lá trabalhar.



"É impossível levar o pobre à prosperidade através de legislações que punem
os ricos pela prosperidade. Para cada pessoa que recebe sem trabalhar, outra
pessoa deve trabalhar sem receber. O governo não pode dar para alguém aquilo
que não tira de alguém. Quando metade da população entende a ideia de que
não precisa trabalhar, pois a outra metade da população irá sustentá-la, e
quando esta outra metade entende que não vale mais a pena trabalhar para
sustentar a primeira metade, então chegamos ao começo do fim de uma nação. É
impossível multiplicar riqueza dividindo-a." (Pastor Adrian Pierce Rogers 12
de setembro de 1931 - 15 de novembro de 2005)

"Mas doutor, uma esmola, pra um homem que é são, ou lhe mata de vergonha, ou
vicia o cidadão..." ("Vozes da seca", de Luiz Gonzaga do Nascimento -
Gonzagão - e José de Souza Dantas Filho -http://www.luizluagonzaga.
com.br/)
http://sender4Click.
mailsender.com.br/Lidos?0fa5141b69bf9923e2c1b539ba9c5707
 

 

Leia os textos de Félix Maier acessando:

Mídia Sem Máscara - http://www.midiasemmascara.org/colunistas/10217-felix-maier.html

Piracema - Nadando contra a corrente (textos mais antigos) - http://felixmaier.blogspot.com/

Piracema II - Nadando contra a corrente (textos mais recentes) – http://felixmaier1950.blogspot.com/

  

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