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Ensaios-->A luta contra o comunismo -- 10/01/2013 - 15:12 (Félix Maier) Siga o Autor Destaque este autor Destaque este Texto Envie Outros Textos

Notícias de Jornal Velho:

A luta contra o comunismo


por Carlos I.S. Azambuja


em 09 de dezembro de 2004

Resumo:Em um sentido mais geral, o comunismo se alimenta das frustrações individuais e sociais de toda ordem: econômicas, políticas, profissionais, artísticas, religiosas e, inclusive, sexuais.

© 2004 MidiaSemMascara.org


As vítimas do processo permanecem amplamente inconscientes porque lhes falta não só o conhecimento da estratégia em questão, mas o mínimo de intuição histórico-sociológica para aprender as constantes num fluxo de acontecimentos que acaba lhes parecendo totalmente fortuito. O controle mental exercido pela elite esquerdista sobre seus adversários potenciais chega ao sadismo de explorar o seu temor do ridículo, com a mera alusão depreciativa a ‘teorias da conspiração’, dissuadir qualquer veleidade de aprender alguma intenção lógica por baixo do caos aparente dos fatos”.(artigo “Tirando o Tubo”, Olavo de Carvalho, “Primeira Leitura”, setembro de 2004)


 


A luta contra o marxismo-leninismo é uma guerra multilateral, complexa e total. É uma luta armada, política, ideológica, social, cultural, etc. Cada uma dessas vertentes pode assumir um papel mais importante que as demais em uma determinada conjuntura. Todas elas convergem, porém, a um ponto comum: o ideológico e o político.


Em suma, a luta contra o comunismo, atualmente fantasiado de gramscismo, é substancialmente a luta contra o partido – que agora, após o desmantelamento do socialismo real não necessariamente terá em seu nome o termo comunista - e sua ideologia, simultaneamente. Mais profundamente, em um tratamento mais radical, essa luta se concentra em seu aspecto ideológico: na erradicação e prevenção da ideologia marxista-leninista da mente das pessoas. Isso é o essencial.


No entanto, o conceito totalizador da luta contra o comunismo, como de caráter político-ideológico, que engloba todas as demais formas de luta, é obstado, em certa medida, por duas concepções bastante difundidas. Uma delas considera necessária a luta contra o comunismo somente quando ele empreende ações armadas a outra, supõe que as raízes do comunismo têm como única causa a fome e a miséria.


É certo que alguns, ainda hoje, somente reconhecem a subversão comunista quando ela se manifesta através da violência e de ações armadas que são, na verdade, duas de inúmeras formas de luta de que dispõem. Essa concepção descuida perigosamente os fatores políticos e ideológicos da multifacética atividade comunista, desarma os espíritos e abre amplas possibilidades à penetração marxista-leninista em todos os terrenos.


Ao criticar essa posição limitadora não se deve ignorar, é lógico, a possibilidade, que não deve ser descartada, da volta da luta armada através de uma guerrilha urbana ou rural no país. No entanto, não se deve esquecer que a guerrilha é, substancialmente, uma guerra política e ideológica.


Existem aqueles que, de outra parte, como já foi dito, em uma suposta posição progressista sustentam a tese de que o comunismo é um produto da miséria e da fome e que, portanto, erradicando-as, o comunismo estaria liquidado. Esta tese é errônea e perigosa. Em primeiro lugar, deve ser firmemente assinalado que a luta contra a miséria e a fome deve dar-se sem necessidade de pretextos, pois assim o exigem a dignidade do homem e a solidariedade humana, independente de qualquer perigo comunista. Essa tese é abraçada fundamentalmente por alguns que se fazem chamar de cristãos progressistas.


Supondo que esse argumento fosse basicamente correto, sabe-se que é uma quimera a erradicação total da miséria e, mais ainda, em um prazo em que pudesse render frutos políticos. De outra parte, o conceito de miséria é de caráter essencialmente relativo. Em tais circunstâncias, a propaganda comunista sempre disporia de uma ampla margem de especulação a respeito.


Ademais, é sumamente duvidoso que exista uma relação de causalidade direta entre o grau de miséria e o desenvolvimento do comunismo, pois sempre existiram grandes partidos comunistas em países europeus altamente desenvolvidos e com um elevado nível médio de vida. Por outro lado, muitos países pobres e subdesenvolvidos possuem raquíticos partidos comunistas ou simplesmente não os possuem.


A experiência tem também demonstrado que dentro de cada país os setores de mais baixa renda não são necessariamente os que aderem aos partidos comunistas e sim os operários mais qualificados, os estudantes e a intelectualidade. Assim, a miséria e a fome não poderiam explicar a filiação marxista-leninista de tantos e tantos profissionais, intelectuais e universitários, a maioria procedentes das chamadas burguesia e pequena burguesia.


O fato é que a miséria e a fome constituem apenas uma das muitas condicionantes do progresso do comunismo. Mas não a miséria como tal, e sim a frustração econômica, o fracasso de expectativas, o desajuste entre a aspiração e o logro.


Em um sentido mais geral, o comunismo se alimenta das frustrações individuais e sociais de toda ordem: econômicas, políticas, profissionais, artísticas, religiosas e, inclusive, sexuais. Dessa forma, é correto dizer que o partido comunista – uma organização ferreamente centralizada e disciplinada composta por revolucionários profissionais - não é, evidentemente, um produto da miséria, da fome ou das condições de vida. Dadas essas premissas, a luta contra o comunismo se apresenta, claramente, como já foi dito, como de caráter político-ideológico.


É evidente que essa luta não pode ser improvisada e nem pode depender de instituições esporádicas. Deverá ser uma luta planificada e fundamentada, pois é um fato inquestionável que o perigo comunista não fica automaticamente descartado porque o partido ou partidos comunistas estejam fora da lei ou debilitados em suas expressões externas, uma vez que o comunismo utiliza necessariamente suas técnicas pacíficas de infiltração para penetrar, influir e utilizar partidos políticos, organizações sociais, religiosas e de trabalhadores e, inclusive, mesmo, as Forças Armadas.


A luta do comunismo pelo Poder é planejada em etapas calculadas e de longo prazo. É uma guerra prolongada que terá êxito na medida em que seus adversários desconheçam seus objetivos, estratégia, táticas e métodos de luta e na medida em que estejam despreparados política e ideologicamente e indiferentes ao perigo sempre latente, na ilusão suicida de que algumas medidas de arbítrio poderão, quando se tornar necessário, substituir as diversas formas de luta político-ideológica.


Julgamos que nunca será demais abordar este tema, pois “os conflitos ideológicos característicos do Século XX, e que tantos males causaram à humanidade” (Ordem do Dia de 27 de novembro de 2004, em homenagem às vítimas da Intentona Comunista) NÃO estão ultrapassados, como alguns erroneamente avaliam.

 

 

DNA: Deu positivo, Lula é o Pai do Mensalão!!!

Mensalão no STF:

 Faltam Lula, Lulinha, o BMG, Romero Jucá,

Daniel Dantas, João Batista de Abreu,

Márcio Alaor de Araújo,

Ivan Guimarães, Ricardo Annes Guimarães,

Flávio Pentagna Guimarães,

Fernando Pimentel, Carlinhos Cachoeira

e Dilma Rousseff, a "filha do mensalão"

 

Provas do envolvimento dos acima citados no Mensalão:

O mensalão em 38 fotos

A cronologia do escândalo do mensalão

E Dirceu e LuLLa não sabiam de nada?

O Chefe, de Ivo Patarra

Planalto fez gestão para poupar Lulinha

Lula, o BMG e o tenebroso decreto de sexta-feira, 13

Advogado de Jefferson diz que Lula era o chefe do mensalão

Procurador gaúcho responsabiliza Lula por mensalão

Nervos demais, Lula de menos no mensalão

As provas contra o BMG

MPF acusa Lula de improbidade por favorecer BMG

Ministério Público Federal entra com ação contra Lula

Lula e ex-ministro são acusados de favorecer Banco BMG

MPF/DF PEDE CONDENAÇÃO DO EX-PRESIDENTE LULA

Ministério Público pede bloqueio dos bens de Lula

Banco do Brasil vai incorporar o deficitário Banco Popular

Os esquecidos do mensalão

Os segredos de Valério – Reinaldo Azevedo 

Carlinhos Cachoeira – Wikipédia, a enciclopédia livre

Há seis anos, Cachoeira era personagem da CPI dos Bingos, a & 39;CPI do fim do mundo& 39;

Cachoeira teria ligações com executivo da construtora Delta

Delta recebeu dinheiro do PAC por obra inexistente

Delta financiou a campanha presidencial de Dilma

Imagens de O Chefe Lula

 

Autópsia da corrupção: Maurício Marinho, dos Correios, recebe propina

Extraído da Wikipédia (http://pt.wikipedia.org/wiki/Carlinhos_Cachoeira):

Carlos Augusto de Almeida Ramos,[1] mais conhecido como Carlinhos Cachoeira, também denominado pela imprensa de Carlos Augusto Ramos (Anápolis, 3 de maio de 1963[2]), é um empresário brasileiro, preso sob acusações como envolvimento no crime organizado e corrupção.

O nome de Carlinhos Cachoeira ganhou repercussão nacional em 2004 após a divulgação de vídeo gravado por ele onde Waldomiro Diniz, assessor do então ministro da Casa Civil José Dirceu, lhe faz pedido de propina para arrecadar fundos para a campanha eleitoral do Partido dos Trabalhadores e do Partido Socialista Brasileiro no Rio de Janeiro. Em troca, Diniz prometia ajudar Carlinhos Cachoeira numa concorrência pública carioca. A divulgação do vídeo se transformou no primeiro grande escândalo de corrupção do governo Lula[3][4]

 

Veja o mensalão em história de quadrinhos:

Avenida Brasil: A novela do mensalão

Facool - História em quadrinhos relata a história do mensalão

Imagens de mensalão em história de quadrinhos

A História do Mensalão em Quadrinhos - YouTube

Angeli conta a História do Mensalão em Quadrinhos

Folha de S.Paulo conta bastidores do "mensalão" em quadrinhos

 

Leia os textos de Félix Maier acessando o blog e sites abaixo:

PIRACEMA - Nadando contra a corrente

Mídia Sem Máscara

Netsaber

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