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Ensaios-->A herança marxista-leninista na OAB -- 09/08/2012 - 09:15 (Félix Maier) Siga o Autor Destaque este autor Destaque este Texto Envie Outros Textos
 

A HERANÇA MARXISTA-LENINISTA NA OAB


General Marco Antonio Felicio da Silva



“A Instituição Armada será maculada, violentada e conspurcada diante da leniência de todos aqueles que não pensam, não questionam, não se importam e não se manifestam.”

 

Respondendo ao famigerado artigo do Presidente da OAB/RJ, intitulado “A herança da ditadura nos quartéis”, publicado no “O Globo” de 19 de Julho próximo passado, enviei artigo à seção OPINIÃO do referido jornal bem como nota para “Cartas dos Leitores”. Entretanto, sabia de antemão que, dificilmente, conseguiria o meu intento, pois, editor e citado articulista são, na contramão da história, viúvas da esquerda marxista revolucionária e terrorista, derrotada nas décadas de 60 e 70.

Assim, não me surpreende o Presidente da OAB/RJ, como o faz no citado artigo acima, pela repetição frequente, em diversas entrevistas, de raivosas aleivosias revanchistas contra os militares, como se fora papagaio amestrado, demonstrando a sua total ignorância dos fatos históricos que levaram à contra-revolução de 64, com total apoio da grande maioria do povo brasileiro (leia os jornais da época, advogado!), impedindo a instauração de ditadura do proletariado no País, fonte de genocídios, em todo o mundo comunista (...E eu me lembro, pelo menos por leitura de livros de história, que foi exatamente assim que se gestou o Golpe de 1964, com uma indefinição momentânea, com uma crítica muito genérica, misturando o combate à corrupção com o combate à criminalidade comum. Hoje com esse ingrediente do apagão aéreo. E vai se caminhando em linha reta depois para o golpe...-Wadith Damous em entrevista a Paulo Henrique Amorim - Site Conversa Afiada-7Ago2012)

E o que é pior, o Presidente da OAB/RJ denigre uma Instituição que demonstra não conhecer, as Forças Armadas, de relevantes serviços prestados à Nação, em situações as mais diversas, em todos os rincões deste País( e, ainda, no exterior a serviço da ONU), reconhecida pela excelência de suas escolas de formação e de aperfeiçoamento, a Instituição de maior confiabilidade da Nação, segundo variadas e sucessivas pesquisas de opinião, e ainda mente, pois, o fato que explora, comprovadamente, não ocorreu. Existe na imaginação de um jornalista preconceituoso e sensacionalista e nos delírios do Sr. Wadith. Este último, pelas suas afirmações infundadas, desmoraliza a si mesmo e mancha a imagem da entidade de classe que dirige.

O Sr. Wadith, “politicamente correto” e oportunista, deita falação sobre a chamada Justiça de Transição (conceituada como o conjunto de abordagens, mecanismos judiciais e não judiciais e estratégias para enfrentar o legado de violência em massa do passado, para atribuir responsabilidades, para exigir a efetividade do direito à memória e à verdade, para fortalecer as instituições com valores democráticos e garantir a não repetição das atrocidades) e sobre a Comissão da Verdade, mas, não esconde o seu viés ideológico. Deseja a apuração unilateral, isto é, os terroristas marxistas são os seus heróis, paladinos da justiça, dos direitos humanos, da liberdade e da democracia e os agentes do Estado, que arriscaram ou perderam suas vidas para que o Sr. Wadith, hoje, contribua para a morte da liberdade de que desfruta, impunemente, são transformados em bandidos e torturadores.

O seu conceito de democracia é, no mínimo, estranho.

Em realidade, o Sr. Wadith quer a “Comissão da Mentira” e não o direito à memória e à verdade que propaga ser a meta da tal “justiça de transição” e da qual demagogicamente fala.

O Sr. Wadith, de forma incompreensível para o cargo que ocupa, fala em Democracia e no Estado de Direito, entretanto, critica o conservadorismo do Judiciário por respeitar leis em vigor, como a Lei da Anistia (para cuja aprovação a antiga OAB muito contribuiu, buscando a concórdia nacional), e aprova e incita à prática de crimes, ao elogiar e estimular as ações da organização chamada “Levante da Juventude”, organização comunista ligada ao MST e à internacional Via Campesina, promotora dos "escrachos" que atingem, moral e fisicamente, cidadãos legalmente inocentes.

A escarrada no rosto de um coronel aviador de 90 anos de idade, herói da II Grande Guerra, com valiosos serviços prestados à Nação e a um mundo de liberdades, ato pusilânime e covarde de um ativista político do PT, durante “escracho” do Levante Popular, foi, criminosamente, apoiado pelo Presidente da OAB/RJ, conforme comprova extrato de sua entrevista abaixo transcrita:

Pergunta a Wadith Damous: “Jovens militantes da justiça e da memória têm promovido, em várias partes do país, atos públicos ridicularizando militares e policiais acusados de envolvimento em torturas durante a ditadura pós 1964. A OAB/RJ apoia o ‘esculacho’ feito pelo Levante Popular da Juventude?”

Resposta de Wadih Damous: “Mais uma vez os jovens, e aí pouco importa qual ideologia que têm ou a que partido político estão filiados, adotam atitudes corajosas. Talvez sequer os pais deles tenham vivenciado o que foi de fato a ditadura militar. E eles, de forma muito combativa, estão fazendo esta cobrança da retomada da memória e condenação moral dos torturadores. Já que o estado brasileiro não pune criminalmente os agentes públicos responsáveis por crimes tão bárbaros, que eles sejam punidos moralmente. É o que os jovens estão fazendo. Ele estão revelando algumas destas pessoas e apontando o dedo, dizendo o que eles fizeram, práticas bárbaras e que maculam a história do Brasil. Nós apoiamos este movimento e recebemos estes jovens aqui (OAB-RJ) com muita satisfação.”-Entrevista publicada no blog ruifalcao.com.br-13/06/2012.

Parodiando o Sr. Wadith Damous, é preciso reformar e adequar a atual OAB à verdadeira Democracia.


Comentário

Félix Maier

Quando o presidente da OAB/RJ fala em "Justiça de Transição", ele está comparando o Brasil do governo dos militares com países que praticamente deixaram de ser uma nação, onde tudo foi destruído pela violência sistemática, o que ocorre em alguns países africanos.

E o que vem a ser "Justiça de Transição"? Trata-se de um conceito surgido após reunião organizada pela Fundação Ford, em Nova York, em 2000. Juristas e defensores de “direitos humanos” discutiram as formas jurídicas para a reconstrução dos países em transição para regimes democráticos. Até aí, muito louvável, pois o foco eram países que estavam saindo de guerras civis, como na África. A esquerda brasileira, porém, tenta aplicar esse conceito pauleira internamente, como se os governos militares tivessem deixado como herança uma Somália ou Etiópia. Assim, criaram os Planos Nacionais de Direitos Humanos (já na terceira versão), a Comissão da “Verdade” (o Pravda tupiniquim) e comissões de busca pelas ossadas de ouro dos guerrilheiros do Araguaia, além da tentativa de revisão da Lei da Anistia, tudo com o intuito de satanizar as Forças Armadas que combateram os “honoráveis terroristas” e levar antigos agentes de Segurança aos bancos dos réus.

Pelo fato de a OAB tentar modificar a Lei da Anistia, de modo que apenas militares sejam processados e presos, deixando de fora os terroristas de esquerda, sugiro que a Ordem mude seu nome para Organização de Apoio aos Bandidos (OAB).

 

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