Usina de Letras
Usina de Letras
                    
Usina de Letras
95 usuários online

 

Autor Titulo Nos textos

 


Artigos ( 57096 )
Cartas ( 21170)
Contos (12597)
Cordel (10091)
Crônicas (22210)
Discursos (3136)
Ensaios - (9014)
Erótico (13401)
Frases (43744)
Humor (18481)
Infantil (3788)
Infanto Juvenil (2712)
Letras de Música (5470)
Peça de Teatro (1317)
Poesias (138305)
Redação (2926)
Roteiro de Filme ou Novela (1055)
Teses / Monologos (2401)
Textos Jurídicos (1925)
Textos Religiosos/Sermões (4888)

 

LEGENDAS
( * )- Texto com Registro de Direito Autoral )
( ! )- Texto com Comentários

 

Nossa Proposta
Nota Legal
Fale Conosco

 



Ensaios-->Coluna Prestes -- 03/08/2012 - 09:29 (Félix Maier) Siga o Autor Destaque este autor Destaque este Texto Envie Outros Textos

Coluna Prestes

Félix Maier

A "Coluna Prestes" foi um movimento político-militar de origem tenentista, que entre 1925 e 1927 se deslocou pelo Brasil pregando reformas políticas e sociais e combatendo o Governo do Presidente Arthur Bernardes. A Coluna percorreu cerca de 15 mil km antes de se dissolver e fugir para o Paraguai e a Bolívia. No entanto, a desinformação esquerdista fala em 25 mil e até 36 mil km!

O nome original da Coluna era Miguel Costa. Com o tempo, a esquerda se apossou da Coluna (roubar ações e ideias de outros é uma atividade primordial da esquerda) e a batizou de Prestes, passando a ser uma das mais célebres expressões de pau para o enaltecimento da vida e obra do agente moscovita chamado Luiz Carlos Prestes, que promoveu a fratricida Intentona Comunista no Brasil, em 1935.

Um conjunto de 28.000 cartas, manuscritos e fotos de Juarez Távora, tornados públicos em 1999 pelo CPDoc da Fundação Getúlio Vargas, e outros relatos comprovam que a “Marcha” não foi conduzida pelo “Cavaleiro da Esperança” (Prestes), como escreveu Jorge Amado, mas por um bando de cangaceiros, que impuseram o terror por onde passaram. “Um capitão escreveu aos líderes reclamando dos saques, estupros e incêndios causados pelos ‘revolucionários’ no Paraná, no Paraguai e no Mato Grosso. ‘Tropa que diz bater-se pela liberdade dum povo não pratica incêncios, saques e não viola senhoras indefesas, como até aqui se tem praticado’, escreveu o capitão Antonio Teodoro. Cinco anos antes da liberação desses documentos, a jornalista Eliane Brum tinha descoberto o mesmo rastro de crimes ao refazer o trajeto da Coluna Prestes. Entrevistando antigos moradores que presenciaram a passagem da Coluna, ela se deu conta de que a maioria deles guardava ódio de Prestes e seus seguidores. Histórias de violência eram comuns do Paraná à Paraíba. Como a de que os cavaleiros, ao passar pela cidade de Posse, hoje Tocantins, torturaram moradores para saber onde eles tinham escondido o gado. Perto dali, moradores disseram à jornalista que, em abril de 1926, integrantes da Coluna invadiram uma casa para estuprar uma mulher na frente de seu marido” (NARLOCH, 2009: 298) (*). A esse respeito, veja as reportagens "Marcha dos horrores" (revista Veja” 9/6/1999) e “Os algozes da Coluna Prestes” (jornal Correio Braziliense, 20/6/1999).

Quanto mais crimes são denunciados, Prestes e Che Guevara se firmam cada vez mais como heróis da História de Pau Universal.

 

Em tempo: no último programa televisivo do PCdoB a que o Grupo Guararapes faz referência, observou-se outra mentira: o Partido apresentou-se como sendo o precursor do comunismo no Brasil, não como uma dissidência do Partido Comunista Brasileiro (PCB). O PCB foi fundado em 25/3/1922 por nove comunistas, com a denominação Partido Comunista-Seção Brasileira da Internacional Comunista (PC-SBIC), e não passava de uma sucursal do Partido Comunista da União Soviética (PCUS), seguindo à risca seus Estatutos. O PCdoB, como prova a História, é uma facção do PCB, surgida em 1962 em função do XX Congresso do PCUS (1956), em que Kruschev deununciou os crimes de Stálin. A partir de então, o PCB passou a adotar a "coexistência pacífica" e a dar prioridade à "via eleitoral" para a conquista do poder. O PCdoB passou a pregar a luta armada para a conquista do poder, adotando o conceio revolucionário de Mao Tsé-Tung (maoísmo).

 

(*) NARLOCH, Leandro. Guia politicamente incorreto da História do Brasil. Leya, São Paulo, 2009.

 

Polêmicas

http://artigos.tol.pro.br/portal/linguagem-pt/Coluna%20Prestes

No livro O Avesso da Lenda, a jornalista Eliane Brum refez 70 anos depois os 25 mil quilômetros da Coluna Prestes, e denunciou que estupros, saques e violência contra os moradores de pequenas cidades marcaram a Coluna Prestes.Em 1999, o Centro de Pesquisa e Documentação (CPDOC) da Fundação Getúlio Vargas, abriu um conjunto de 28 mil cartas, manuscritos e fotos de Juarez Távora. Um dos sobreviventes da Revolta do Forte de Copacabana, de 1922, a primeira revolta tenentista, Távora formava com Prestes e Miguel Costa a cúpula da Coluna. Entre a papelada de seu arquivo, havia cartas escritas e recebidas por esses líderes. As mensagens revelam que o grupo não era recebido com festas por onde passava - pelo contrário. Saques, estupros, assassinatos e outras atrocidades deixavam a população aterrorizada. Ao saber da chegada dos arruaceiros, a população costumava fugir para se livrar das atrocidades cometidas pelos invasores. NARLOCH, Leandro. Guia Politicamente Incorreto da História do Brasil . Editora Leya, 2009.

 

Tags

América Latina Argentina Bolívia Brasil Castro Che Guevara Chávez Colômbia Colômbia. Farc Cuba Dilma Rousseff Direito Estados Unidos Europa FARC FHC Farc Fidel Castro Folha de S. Paulo Foro de S. Paulo Foro de São Paulo Hitler Honduras Hugo Chávez Igreja Católica Islamismo Israel Jihad Lula MST Marx O Estado de São Paulo O Globo ONU Obama Oriente Médio Rede Globo Venezuela aborto ahmadinejad ambientalismo antissemitismo brasil capitalismo cinema ciência comunismo conservadorismo cristianismo cultura cultural denúncia desinformação direito ditadura doutrinação economia editorial educação eleições esquerdismo globalismo governo do PT história holocausto homeschooling ideologia islamismo liberalismo marxismo media watch movimento gay movimento revolucionário nazismo notícias falantes notícias faltantes oriente médio perseguição anticristã politicamente correto racismo religião revolução socialismo terrorismo tortura totalitarismo 2012

 

Leia os textos de Félix Maier acessando os blogs e sites abaixo:

Blog do Félix Maier: PIRACEMA - Nadando contra a corrente

Mídia Sem Máscara – Félix Maier

Félix Maier- Usina de Letras

Blog do Félix Maier: Wikipédia do Terrorismo no Brasil

 

Comentários

O que você achou deste texto?        Nome:     Mail:    

Comente: 
Perfil do Autor Seguidores: 491Exibido 288 vezesFale com o autor