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Ensaios-->IGNORÂNCIA -- 30/01/2010 - 22:41 (Dalva da Trindade S. Oliveira (Dalva Trindade)) Siga o Autor Destaque este autor Destaque este Texto Envie Outros Textos
IGNORÂNCIA
(Editado o texto em 06.08.10)

A ignorância é um fator extremamente prejudicial que deve ser combatido seriamente; ela é causa da maior parte dos distúrbios sociais com graves consequências.

Uma das dificuldades nesse combate é a resistência dos que mais necessitam de conhecimentos.

Acostumados a sobreviverem em um ambiente hostil, muitas vezes desprovido de boas condições materiais, não percebem, sempre, a importância de adquirir novos ensinamentos, ou de aprimorar outros já conhecidos.

Aquele que deseja adquirir novas instruções e tem a necessária força de vontade para isso, mesmo nos trabalhos mais árduos e atividades mais modestas encontrará oportunidade para aumentar a sua dose de conhecimento, e deve ser estimulado a continuar crescendo, livrando-se da ignorância.

Quem mora distante das grandes cidades sente como são poucas as oportunidades e os incentivos em relação aos grandes centros populacionais. Se essas pessoas desejam vencer, precisam ser destemidas, lutar contra o ambiente ocioso que lhes cerca. Elas não devem permitir que ideias defasadas ou pessoas muito apegadas a regionalismos locais influenciem as suas decisões prejudicialmente.

Quando não se tem, ainda, um objetivo bem firmado é mais fácil ser convencido por indivíduos que parecem inteligentes e versados nos mais diferentes conhecimentos. Na essência, eles são preconceituosos e conservadores ou, simplesmente, ignorantes e individualistas; não fazem qualquer esforço para melhorar as condições do meio social onde vivem.

O objetivo que deve nortear as pessoas de bom senso é estimular a aprendizagem, diminuindo a ignorância que marginaliza tantos seres humanos. Solidificar a idéia de que sempre é possível adotar uma medida correta que sobrepuje os efeitos maléficos da ausência de uma boa educação e, na prática, utilizar todos os recursos plausíveis para ganhar essa luta.

Dalva da Trindade S. Oliveira
68/Jan/2010
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