Usina de Letras
Usina de Letras
                    
Usina de Letras
74 usuários online

 

Autor Titulo Nos textos

 


Artigos ( 57099 )
Cartas ( 21170)
Contos (12597)
Cordel (10092)
Crônicas (22211)
Discursos (3136)
Ensaios - (9014)
Erótico (13402)
Frases (43746)
Humor (18482)
Infantil (3789)
Infanto Juvenil (2713)
Letras de Música (5470)
Peça de Teatro (1317)
Poesias (138308)
Redação (2926)
Roteiro de Filme ou Novela (1055)
Teses / Monologos (2401)
Textos Jurídicos (1925)
Textos Religiosos/Sermões (4888)

 

LEGENDAS
( * )- Texto com Registro de Direito Autoral )
( ! )- Texto com Comentários

 

Nossa Proposta
Nota Legal
Fale Conosco

 



Ensaios-->PT: Seu desgoverno e as Forças Armadas - Parte II -- 18/02/2008 - 10:33 (Félix Maier) Siga o Autor Destaque este autor Destaque este Texto Envie Outros Textos
REFLEXÃO – II

Partido dos Trabalhadores - Seu desgoverno e as Forças Armadas - a Revolução Petista em marcha

Ternuma Regional Brasília

Por Aluisio Madruga de Moura e Souza (*)

Há vários anos, no Brasil, vêm sendo cumpridas à risca as novas ordens do Comunismo Internacional, por intermédio do Foro de São Paulo. Elas tratam, além de outras, da infiltração comunista em todos os setores da sociedade, visando promover a desordem e o enfraquecimento das mais diversas organizações.

Nas Forças Armadas isto acontece com a falta de verbas para a sua manutenção, alimentação, compra de equipamentos adequados e de munição, além do desânimo provocado pelos parcos salários, que tornam-se aviltantes se comparados com o restante do funcionalismo dos três poderes. Essa política do governo está provocando a falta de motivação para a carreira militar e tem provocado a debandada de militares competentes para outras carreiras mais promissoras.

Assim como os militares, somente os funcionários públicos concursados e sem DAS, do Executivo, sofrem da mesma penúria, pois o governo prefere distribuir seus lugares para seus correligionários que são aquinhoados com gordas gratificações.

Paralelamente a este enfraquecimento, avolumam-se a corrupção, o descrédito e a desmoralização das instituições.

O exemplo está aí. Malas de dinheiro à disposição do Partido dos Trabalhadores, mensalão, CPI dos Correios, Cartões Corporativos e tantos outros escândalos.

Caso ocorra uma crise institucional, quem dará credibilidade a quem?

Se tivermos três ou quatro dias de desordem e de baderna, promovidas pela turma do Movimento dos Sem-Terra (MST), do Movimento de Libertação dos Sem-Terra (MLST), da CUT e outros, nada será poupado: nem propriedades, nem bens e nem as pessoas. Nada! Isto porque essa gente é determinada e há anos estão se preparando para promover o desespero, o caos. Por esta razão trabalham intensamente nesta direção. Eles estão preparados para abafar qualquer possibilidade de reação e acreditam que a sua vitória está garantida.

Na Revolução de 1924, ocorrida nos meses de maio, junho e julho do mesmo ano, a cidade de São Paulo foi tomada por militares rebeldes e bombardeada por tropas federais, ocasião em que ocorreram dezenas de assaltos e saques. No final de julho, os revoltosos deixaram a capital do Estado e mais tarde foram se juntar às tropas de Luís Carlos Prestes.

Hoje, ainda em fase de treinamento, sob a proteção do Governo Lula e do Furto Famélico, militantes do MST, MSLT e tantos outros grupos, tomam de assalto o Congresso Nacional, saqueiam caminhões que transportam alimentos, supermercados e fazendas produtivas, e as mantêm invadidas por longos períodos de tempo. São invasões avassaladoras, destruidoras e muito pouca gente dá atenção a este fato. Incendeiam propriedades privadas, máquinas e equipamentos, exterminam matrizes e reprodutores de altos custos. São piores do que praga de gafanhotos que comem tudo e deixam só a sujeira.

E nada lhes acontece porque Lula e o PT, partido do qual fazem parte, estão acima da Lei.

E, ainda, querem apoio popular. Alegam ser trabalhadores sem-terra. Trabalhador sem–terra faz o quê? A maioria nunca viu terra de cultura e nunca pegou em uma enxada. Nem sabem dela fazer o uso correto. Dizem que só querem terras improdutivas. Para quê? Terra improdutiva nada produz.

Terra é para quem nela sabe trabalhar e nela deseja trabalhar.

Esta é a grande luta dos verdadeiros proprietários de terras, contra o desgoverno do PT e outros partidos que formam a base do governo, que incitam as invasões e a destruição no campo.

Ser sem terra é ter estilo de vida próprio. É a forma mais desavergonhada de receber (ganhar) a terra, sem pagar por ela e sem trabalhar.

Assim também são os que recebem vale-alimentação, vale–escola, vale-família, vale–esquecimento da sem-vergonhice e vale-compra de consciência.

Ao povo, por ora, cabe rezar, pois o tempo urge. Quando os carcarás se apoderarem em definitivo do país, nem templos, nem religiões, ninguém poderá cultuar a Deus. Na Rússia, no México, na China, em Cuba etc, etc, foi assim. Rezou, fuzilado foi. Não importava quem eram: mulheres, crianças, religiosos. Todos acabaram na vala comum. Ou na fogueira comum para não deixar pistas. A maior crença do comunismo está na sua causa: luxo, muito poder, grande opulência. Mas para si e seus comparsas, ou melhor, companheiros. Ao povo nem direito à oração.

Essas as razões pelas quais, todos aqueles que ainda desejam voltar a viver em um país digno, terão que reconstruí-lo. Para tanto, deverão arregaçar as mangas e se juntar àqueles que já lutam para expulsar os inimigos da democracia, do patriotismo e da verdadeira justiça social.

Acredito na inteligência do povo brasileiro ao contrário de todos aqueles que apostam na nossa ignorância.

Então, se você tem coração para amar a Deus, à Pátria e à Família. Se você é pai, mãe, esposo, esposa, irmão, irmã, filho ou filha com capacidade para se indignar diante da tempestade de lama que se aproxima e já ameaça a porta do seu lar, faça alguma coisa em defesa da Nação brasileira.

No prosseguimento estaremos difundindo o artigo REFLEXÃO III


Visite o site www.ternuma.com.br


(*) O coronel do Exército (Reformado) Aluisio Madruga é autor dos livros:

- Guerrilha do Araguaia – Revanchismo – A Grande Verdade

- Documentário – Desfazendo Mitos da Luta Armada



Comentários

O que você achou deste texto?        Nome:     Mail:    

Comente: 
Perfil do Autor Seguidores: 491Exibido 464 vezesFale com o autor