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Ensaios-->Memorial do Comunismo: Orçam. Participativo e Gov. Paralelo -- 04/07/2007 - 17:38 (Félix Maier) Siga o Autor Destaque este autor Destaque este Texto Envie Outros Textos
Orçamento Participativo

Félix Maier

Orçamento Participativo é um mecanismo de manipulação política, através do qual o Partido dos Trabalhadores (PT) busca aprofundar a estratégia revolucionária leninista conhecida como “Dualidade do poder”.

As organizações sociais e de bairro, à primeira vista voluntárias, com representantes ritualmente eleitos, são na realidade cooptadas pelo Partido-Governo. As decisões do “Orçamento Participativo” são tomadas não pela população das regiões em que se dividem a Capital e o Estado (caso do Rio Grande do Sul, durante os governos petistas), mas pelos ativistas do Partido e pelos “quadros políticos do governo”, municipal e estadual, remunerados com dinheiro público, que também “monitoram” os debates, sob controle do Partido.

Com isso, os ativistas do PT buscam progressivamente solapar e esvaziar a autoridade dos corpos legislativos. Tarso Genro reconheceu que o “Orçamento Participativo” foi concebido para operar uma “transferência de poder para a classe trabalhadora organizada” e substituir gradativamente “a representação política tradicional, vinda das urnas, pela democracia direta”, acrescentando que esse mecanismo político havia sido constituído sobre “princípios gerais, originários da Comuna de Paris e dos sovietes” (in “Totalitarismo Tardio – o caso do PT”, de José Giusti Tavares e outros; pelo conteúdo do livro, Tavares foi processado pelo PT do Rio Grande do Sul).

Segundo dados oficiais, apenas 1,3% da população comparecia às assembléias do “Orçamento Participativo” de Porto Alegre, RS, durante o governo petista. Com esse número reduzido de petistas, que se reúnem com qualquer número, debatem e decidem sem qualquer regra fixa, o PT pretende substituir a democracia representativa municipal de 33 vereadores, cujos mandatos foram obtidos com o coeficiente eleitoral de 22.750 votos.

A Constituição do Estado do Rio Grande do Sul enuncia, no Art 5º, Parágrago 1º, o princípio de que “é vedada a qualquer dos poderes delegar atribuições.”


*

Governo Paralelo

Félix Maier

Em Mianmá, no ano de 1990, um grupo de deputados se reúne clandestinamente na fronteira com a Tailândia e proclama um “governo paralelo”, sem poder efetivo, com apoio de 21 organizações oposicionistas. Suu Kyi, líder oposicionista, filha do general Aung San (líder da luta pela Independência de seu país, assassinado em 1947), ganhou o Prêmio Nobel da Paz em 1991, entregue na Noruega a um representante do “governo paralelo”.

No Brasil, o PT de Lula, parece, ficou com inveja e também fundou um “governo paralelo”, no início do Governo Collor. Tanto mexeram aqui e acolá, com dossiês aos montes de desafetos poíticos, com a devida colaboração do 'PTpol' (*), a 'Interpol do PT', que o Partido da Trapaça conseguiu o intento, um verdadeiro golpe de Estado branco: expulsou Collor da presidência.

Interessante é constatar que o governo Lula, mil vezes mais corrupto que o de Collor, conseguiu a reeleição em 2006.

A famigerada Comissão de Anistia, que recentemente promoveu a coronel o assassino/terrorista desertor e ladrão de armas do Exército Brasileiro, carlos lamarca, a coronel, não deixa de ser uma espécie de governo paralelo, por estar acima de todas as leis do País, inclusive as leis referentes às promoções dos oficiais das Forças Armadas brasileiras - visto no caso de Lamarca.

Triste Brasil! Triste América Latrina!


(*) PTpol - Trocadilho entre “Interpol” e “polícia do PT”, termo criado pelo Senador Esperidião Amin durante a “CPI dos Anões do Congresso”, em 1993. Amin estranhava a desenvoltura com que José Dirceu, deputado petista, apresentava documentos que só um espião poderia fazer – aliás, José Dirceu, então presidente do PT, é especialista em Informações, Contra-informação, Estratégia e Segurança Militar, com treinamento em Cuba, e fez parte do MOLIPO, grupo terrorista criado pelo Serviço Secreto cubano.


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