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Cordel-->Daniézim, tú é o Cão chupando manga... i elefante exéste.... -- 04/07/2003 - 21:17 (Zé Limeira) Siga o Autor Destaque este autor Envie Outros Textos
...ô num exéste?


Daniézinho Fiuza
Quando di mim tem sardade
Escreve inte com vontade,
Di sua verve abuza,
Meu nome intonce Êle uza,
Porém nunca distiola,
Fulô de petla i corola,
As veiz di mim inté manga
É um cão chupando manga
Dibaxo da castanhola

Quando as coisa digligola,
Êle inté isquece di Iêu,
Mas na casa di Pompeu
Êle inté falõ di mim
Insinando ao Cafinfim
A santa Filusumia
Do jeitim qui Iêu li fazia
Nos véio tempo doutrora
Na casa da Véia Orora,
Muié de sabiduria.

Dotô Juvênço dizia:
Daniézim tem futuro!
Imbora seje obscuro
Nunca qui tripofondia
Fazê o quiêle fazia
Num é muito aconselhave
Mas quem dos óios tira a trave
Pode batê num irmão
Já dizia São Simão
JiJu Cristo é minha xave

Purisso num boto intrave
Siêle iscreve quinem Iêu,
Muita gente já fazeu
A mêrma coisa, ô tentô
Gerardim inté si Borrô
Quereno sê repentista,
Mi chamô di flocorista
Dizendo qui num exésto,
Daniézim é mudesto
I num é gorofobista.

Tenho na mão uma lista
Dos cabra quivém pracá,
Modi vagá sem pará
Fazendo cum Iêu a pista
Vem cantadô, cordelista,
E pueta disbocado,
Vem té um cabra safado
Qui o Brasí todo cunhece,
No mez quiêntra êle desce
E já sobe assinalado.

Quem intende do babado
Faz tudo cuma é conforme
Daniézim é inorme
Pequeno é nome erdado,
É um pueta inspirado
Qui iscreve o qui quizé,
É um poeta di fé,
Iêu dêle gosto um bucado,
Di Deus seja abençoado,
Mêu amigo Danié.

Aqui né ôtro não meus fí, é Limêrinha do Tauá, cabra Prêto infumaçado, qui já morrêu mais num têm inveja di quêm tá vivo.





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