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Artigos-->MINHAS CRÔNICAS -- 15/09/2010 - 09:41 (FERNANDO PELLISOLI) Siga o Autor Outros Textos
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Comecei a escrever estas crônicas pellisolianas descrevendo alguns momentos da minha vida pessoal. Derramei água morta literalmente nos primeiros embalos de O Tempo Vai Passar; mas no decorrer do processo criativo, os meus textos foram aprofundando-se de tal maneira impressionante – e eu cheguei a me assustar com o resultado extremamente revolucionário que me foi imposto pelos meus mentores espirituais: e, com segurança, percebi a minha predestinação literária revolucionária – e estou disposto a pagar o preço da minha arte irreverente e audaciosa.

Da água morna inicial, este livro passa para uma linguagem complexa; e um caldeirão de água fervente é derramado sobre o leitor, no intuito de despertá-lo para as irrealidades ocultas que descartam a sua cidadania e a sua felicidade. E eu, Fernando Pellisoli, dou esta iniciativa de discernimento ao vulgo, para abrilhantar ainda mais o processo de regeneração do nosso planeta Terra, intencionando, é verdade, tentar apressar a força das coisas – num procedimento metafísico revolucionário. Em tese, é o caráter revolucionário das minhas obras que deixa um largo empreendimento salutar ao aperfeiçoamento evolutivo da nossa tão sofrida humanidade: no mais, são crônicas efetivamente profundas e, substancialmente, produzidas com a intenção de impressionar e aguçar os sentidos do leitor...

Carrego em meus ombros, desde os tempos da minha infância, a predestinação do fazer artístico: sou o precursor do Livre-Expressionismo nas Artes Plásticas; sou o precursor do Teatro da Loucura na Dramaturgia, sou o Poeta da Loucura na Poesia e sou o Filósofo da Loucura na Prosa... E é de se imaginar que a minha linguagem literária e artística é profundamente afiada e impertinente: tudo que se possa imaginar de um artista das bases, e o que não se pode, faz parte dos meus afazeres intelectuais e morais. Digo, com firmeza, tudo que me foi ensinado pelos livros acadêmicos, ou não, e tudo que eu aprendi no decorrer da minha desgastante e sofrida existência... Talvez as minhas verdades possam não ser as tuas; mas quero dizer-lhe que penso porque existo no mundo da linguagem – e jamais ficarei mudo diante das injustiças sociais, que ainda insistem em prevalecer em detrimento da liberdade, da solidariedade e da paz mundial...

Por fim, quero dizer que estou satisfeito com o conteúdo desta obra e com as mensagens que nela se desvelam. E penso que estou trilhando o caminho da sabedoria espiritual, não deixando nada a desejar aos meus adversários de toda ordem e, sobretudo, aos religiosos e políticos – que, no fundo, é farinha do mesmo saco...



























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