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Infantil-->Uma História de Natal -- 30/11/2009 - 14:14 (Alzira Chagas Carpigiani) Siga o Autor Destaque este autor Envie Outros Textos
A chuva chovia forte no telhado da dona onça.
Mas onça que é onça tem medo de alguma coisa? O que vocês acham?
Pois a desta história tem. A onça desta história morre de medo de trovão.
Quando começa a trovoada, ela se esconde embaixo da cama e fica lá toda
encolhida tremendo, tremendo que nem vara verde.

E enquanto isso, a chuva chove forte lá em cima, no telhado da dona onça.

E os trovões continuam rugindo bem bravos:

Nosso CABRUM! é forte pra chuchu
CABRUM! CABRUM! CABRUM!
Como nós não tem nenhum! (ritmo de Marcha Soldado Cabeça de Papel)

Pois é... acontecer um negócio desse bem no dia do Natal
era uma coisa muito chata.
Dona onça queria brincar, dona onça queria cantar,
dona onça queria comer cachorro-quente!

Em vez disso... a chuva continuava chovendo forte no telhado da dona onça.

Foi então que a onça lembrou que uma vez ela escutou alguém falar
que, no dia de Natal, quando a gente deseja alguma coisa assim com muita vontade, daquela vontade enorme que vêm lá
do fundo do coração, esse desejo costuma se realizar...

E a dona onça resolveu tentar. Ela fechou bem os olhos e
pensou, pensou...
pensou só em coisas bonitas. Árvore de Natal com bolinhas coloridas, Papai Noel,
presentes, música, brincadeiras, cachorro-quente,
sorvete de morango, chocolate e um Arco-íris bem grandão no meio do céu.

Eu acho que onça desejou todas essas coisas com tanta vontade que a chuva foi parando, parando, parou.
E o céu ficou limpinho, bem azul. Não tinha mais nenhuma nuvem.
Dona onça não perdeu mais tempo, ela saiu correndo lá pra fora e foi se juntar aos
outros bichos da floresta, que já estavam fazendo a maior festa.

A tartaruga, o macaco e o pinguim,
a capivara, o gato do mato e o urubu
formavam um animado coral que cantava
mais ou menos assim: (ritmo de Jingle Bells):

Papai Noel chegou para mim também
Com um lindo presentinho
Que muito me convém
Quando fui abrir
Era uma rapadura
Quando fui comer
Ai! Quebrei a dentadura.
Ó Papai, ó Papai, ó Papai Noel,
Não me faça, não me faça
Mais esse papel
Se fizer, se fizer
Vou ficar de mal
Com você, com você
Até o outro Natal.

(Enquanto o contador canta, pode aproveitar para distribuir presentes - miçangas ou lantejoulas - para as crianças).
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