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Artigos-->Resultado -- 18/01/2008 - 01:19 (Marcelo de Oliveira Souza,IWA Instagram:marceloescritor) Siga o Autor Destaque este autor Destaque este Texto Envie Outros Textos
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Em tempos de resultados finais, a ansiedade se instala em meio aos estudantes, principalmente aqueles que não se aplicaram durante todo o ano letivo.

Muitos fatores me chamaram atenção como anônimo, onde uma tia de aluna estava vociferando diante de uma Escola, dizendo se era esta a consideração que a garota mostrava pelo seu pai, pois não havia passado de ano. Os adolescentes que a acompanhavam riam e se divertiam com a sorridente garota, diante do desespero da mulher.

Outro dia notei uma estudante enraivada com a aprovação do colega, passou o percurso inteiro indignada porque ele foi aprovado e ela não.

Também em outro ponto da cidade vi duas mães falando mal de um colégio, revoltadas com a reprovação dos seus respectivos rebentos.

Como professor, percebo a facilidade e chances que os alunos têm de serem aprovados, não tem desculpa nenhuma. O profissional de educação não pode ensinar que não quer aprender, quem está obrigado por algum motivo “estar” na sala de aula.

O ensino é uma troca, não adianta qualificar o profissional de educação diante de uma clientela que sofre problemas sociais, emocionais e até psicológicos.

Sabemos que nos gêneros de primeira necessidade não estão inclusos a educação e cultura, infelizmente, por isso a desvalorização.

Temos que começar a educar os pais para depois chegarmos aos filhos, pois a dureza da vida responsável deixa a desmotivação invadir as fronteiras escolares, indo “visitar” o ambiente educacional apenas na matrícula e no “famigerado” resultado.

Enquanto não percebermos que a educação não é número de aprovados, vamos contar eternamente os prejuízos, culpando como sempre os professores.



Marcelo de Oliveira Souza



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