Usina de Letras
Usina de Letras
                    
Usina de Letras
173 usuários online

 

Autor Titulo Nos textos

 


Artigos ( 58677 )
Cartas ( 21225)
Contos (13001)
Cordel (10257)
Crônicas (22150)
Discursos (3159)
Ensaios - (9335)
Erótico (13465)
Frases (45881)
Humor (19090)
Infantil (4324)
Infanto Juvenil (3494)
Letras de Música (5465)
Peça de Teatro (1335)
Poesias (137799)
Redação (3032)
Roteiro de Filme ou Novela (1059)
Teses / Monologos (2423)
Textos Jurídicos (1940)
Textos Religiosos/Sermões (5388)

 

LEGENDAS
( * )- Texto com Registro de Direito Autoral )
( ! )- Texto com Comentários

 

Nossa Proposta
Nota Legal
Fale Conosco

 



Artigos-->TJN - 011 = "Todos Morreram Calçados" -- 13/02/2007 - 09:56 (TERTÚLIA JN) Siga o Autor Destaque este autor Destaque este Texto Envie Outros Textos
. Entre muitos outros assuntos que preocupam e apoquentam a justiça portuguesa, no programa "Prós e Contras" de ontem na RTP, abordou-se o "Habeas Corpus" pedido por cerca de 10 mil cidadães em favor do sargento Luís Gomes, desiderato que após apreciação foi recusado e que agora implica no pagamento do respectivo expediente processual, à volta de 500,00 euros, condicionalismo que foi previamente reconhecido e aceite pelos peticionistas.



Ora, no referido programa, um magistrado convidado, a folhear em pose eloquente o código adequado, informou com o maior descontracção que os 500,00 euros teriam de ser pagos individualmente por cada um dos assinantes através das comarcas onde porventura residissem. Feitas as contas, o cofre judicial apresentando-se assim para recolher o insignificante montante de 5 milhões de euros, teria de ter a enorme trabalheira de elaborar 10.000 processos de cobrança!



Esta surpreendente revelação foi atirada parra as audiências presente e televisiva. Palavra, não sendo nada comigo, fiquei aparvalhadamente cheio de medo e intimidado. Todavia, reolhando melhor o magistrado que emitiu tal parecer, verifiquei de imediato o sinal que motivará que a nossa justiça esteja no estado que todos vemos, ouvimos, sentimos e silenciosamente lamentamos.



Ai, santinho meu, cada vez mais me sinto confuso entre os enormíssimos pares de botas que a justiça tem para descalçar ou, como no filme de guerra a preto e branco que já vi há muitos anos: "Todos morreram calçados".



Estará a justiça portuguesa deveras senil e ninguém dá por isso?!...



Torre da Guia
Comentários

O que você achou deste texto?        Nome:     Mail:    

Comente: 
Perfil do Autor Renove sua assinatura para ver os contadores de acesso - Clique Aqui