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Infantil-->O Berrante e a Boiada -- 09/01/2002 - 20:09 (Domingos Oliveira Medeiros) Siga o Autor Destaque este autor Destaque este Texto Envie Outros Textos
. O BERRRANTE E A BOIADA

Sem pretender estabelecer polêmica em torno de assunto tão banal, e a despeito de não reconhece-lo como crítico literário, ou porta-voz e advogado do eminente escritor Gregório Barata, vale ressaltar, primeiramente, minha surpresa de que a consagrada e conceituada instituição de ensino UNICAMP, possa ter tido a infelicidade de contar, em seu alunado, com pessoa tão mal educada, e despreparada, para oferecer críticas e sugestões inteligentes e ponderadas, como era de se esperar de um aluno de filosofia.

Já era tempo de aprender que a precipitação não se coaduna com a busca da verdade, de que, em última análise, tratam as questões afetas à filosofia. Depois, quem lhe disse que falei mal das obras do supracitado escritor? Ou você acumula, além da falta de interesse pela verdade, a falta de competência para interpretar textos?

Caro desconhecido. Como cidadão brasileiro, e pai de família, tenho o dever e o direito de não permitir que, sob o manto do anonimato, sejam publicados textos de envergadura erótica e de mau gosto, pouco recomendáveis para o público alvo a que se destinam as publicações em Usina de Letras.

Principalmente, nos endereços que foram utilizados, entre os quais aqueles destinados ao público infanto-juvenil, incluindo o de poesias, que é, sempre, de interesse geral.

Este país, como, aliás, tantos outros, inclusive a terra das touradas, pátria do escritor supracitado, já tem problemas demais para serem resolvidos, todos sabemos. Mas, nem por isso, deixa de existir forte resistência de seu povo, toda vez que se pretende, direta ou indiretamente, atingir e elenco de crenças e valores, éticos e morais, arraigados na família que é a célula maior do tecido social.

A família, a bem da verdade, queiram ou não os neoliberais e os pseudos-intelectuais, representa a última esperança e a última trincheira de resistência às manipulações e desvirtuamentos das necessária liberdade de expressão, desde que não utilizada como forma de manipulação de idéias e desvio de valores, que levam à cegueira e a escravidão.

Quanto ao argumento de que Gregório Barata é reconhecidamente grande escritor, lamentavelmente tal não se aproveita como justificativas para a má utilização de seu nome.

Bin Ladin, também, assim como Hitler, podem ser considerados grandes e renomados terroristas; eficientes nos meios e eficazes nos resultados; mas, por conta disso, não se pode justificar todos os seus atos, ou os de seus admiradores, que contrariem o mais simples conceito de liberdade. E liberdade só existe para o bem.

Nada de pessoal. Posso até compreender o seu gesto impensado. A vida continua. Ninguém é dono da verdade! Só o tempo dirá qual de nós dois, neste caso, estivemos mais próximos dela. Mas, por via das dúvidas, para não pecar por omissão, vai o conselho: Na boiada da vida, procure ser o ponteiro, e estar junto ao berrante, para não seguir, sem pestanejar, os caminhos incertos da manada Pode não ter mais volta. Abraços. Domingos

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