Usina de Letras
Usina de Letras
                    
Usina de Letras
177 usuários online

 

Autor Titulo Nos textos

 


Artigos ( 58274 )
Cartas ( 21211)
Contos (12885)
Cordel (10242)
Crônicas (22111)
Discursos (3152)
Ensaios - (9258)
Erótico (13456)
Frases (45463)
Humor (18981)
Infantil (4209)
Infanto Juvenil (3302)
Letras de Música (5511)
Peça de Teatro (1329)
Poesias (138795)
Redação (3005)
Roteiro de Filme ou Novela (1059)
Teses / Monologos (2418)
Textos Jurídicos (1935)
Textos Religiosos/Sermões (5287)

 

LEGENDAS
( * )- Texto com Registro de Direito Autoral )
( ! )- Texto com Comentários

 

Nossa Proposta
Nota Legal
Fale Conosco

 



Artigos-->O NOVO HUMANISMO -- 08/02/2006 - 18:01 (MARCO AURÉLIO BICALHO DE ABREU CHAGAS) Siga o Autor Destaque este autor Destaque este Texto Envie Outros Textos
Historicamente o humanismo foi um movimento intelectual e literário que colocou o homem no centro de todas as preocupações artísticas, filosóficas e morais.



Essa doutrina se orientou no sentido de reviver e imitar os modelos artísticos, literários e científicos da Antiguidade greco-latina, considerada como exemplo de afirmação da independência do espírito humano.

Do ponto de vista histórico está ligado ao Renascimento (Séc. XIV e XV) É também uma descoberta do homem enquanto homem - e, portanto, uma afirmação de todas as categorias do humano.

Há um humanismo cristão e um humanismo medieval.

O humanismo é um nostálgico e sentimental retorno à cultura e às letras clássicas.



A agonia do humanismo se dá no fim do séc. XV. O humanismo entra em flagrante conflito com a ortodoxia cristã. A partir dos decretos do Concílio de Trento e da implantação da Contra-Reforma, o espírito humanista principia a agonizar.



As preocupações religiosas e o interesse pelas novas ciências naturais escrevem-lhe o epitáfio.



A partir do séc. XVIII, já não se trata mais de humanismo, e sim de «humanitarismo» (Séc. IX e XX) E deste são produtos: o humanismo marxista, o humanismo existencialista de Jean-Paul Sartre, o humanismo católico de Jacques Maritain.



Atualmente, o pensador González Pecotche, autor da Logosofia, ensina que a causa que debilitou essa corrente do pensamento foi que os pensadores não conseguiram colocar-se de acordo quanto à proclamação de um conteúdo ajustado à realidade universal e humana do indivíduo.



Em nossos dias, segundo Pecotche, se clama por um novo humanismo.

E, em 1930, no séc. passado (séc. XX) a Logosofia dá a conhecer o humanismo em seu conteúdo essencial. Começa por exaltar no ser a parte humana de Deus, a chispa divina.



Eis, portanto, o conceito logosófico de humanismo: «...es el ser racional y consciente realizando en sí mismo las excelencias de su condición de humano y de su contenido espiritual sobre la base de una incesante superación. Dichas excelencias deberão trascender por el ejemplo y la enseñanza a toda la humanidad.» (extraído do livro O Mecanismo da Vida Consciente, pág. 104, 3°§).



O conceito logosófico de humanidade está assim expresso: «...está integrada por algo más que el simple número de seres humanos, puesto que habrá que tomar en consideración la suma de las cualidades, tendencias, modalidades, sentimientos, características, grado de inteligencia, de moralidad, de espiritualidad, etc. etc., de todos ellos.» (Revista Logosofia n° 2, pág. 11, 5° §).



Portanto, a projeção do humanismo logosófico se inicia, ou melhor, tem por base, por essência, a realização do processo interno de superação humana.



Conclui-se que, o novo humanismo, o logosófico, implica a realização de um processo de superação individual, visando a formação espiritual e que transcende e vai ao semelhante pelo exemplo e o ensino a toda a humanidade.



Comentários

O que você achou deste texto?        Nome:     Mail:    

Comente: 
Perfil do Autor Renove sua assinatura para ver os contadores de acesso - Clique Aqui