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Artigos-->CIGARRO REPRESENTA ATRASO SOCIAL E DEBILIDADE MENTAL -- 19/09/2005 - 09:11 (ANTICRISTO) Siga o Autor Destaque este autor Destaque este Texto Envie Outros Textos

O tabagismo representa pobreza de espírito. Ele prevalece entre os grupos mais ignorantes e os doentes mentais. E isso é muito lógico. O que é estranho é como ainda há pessoas normais usando uma coisa tão degradante e repugnante. Mas boa notícia é que o vício está em queda constante e irreversível.



Correlatos Psicossociais do Tabagismo



Correlatos Sociais



No mundo desenvolvido, particularmente nos países onde há campanhas/políticas antifumo bem organizadas, o tabagismo é estreitamente relacionado com a situação socioeconômica, sendo mais prevalente entre pobres, trabalhadores braçais semiqualificados, desempregados, indivíduos com baixos níveis culturais e mães solteiras. Além disso, essa demarcação entre os grupos sociais está se acentuando: nas últimas 3 décadas a prevalência do tabagismo caiu mais de 50% nas classes mais elevadas da sociedade britânica, mas permaneceu imutável nos grupos mais desvalidos. De modo semelhante, os índices de cessação do tabagismo no Reino Unido mostram grande relação inversa com a privação social.



Correlatos Psiquiátricos



A depressão é um fator importante de risco de dependência de nicotina. Nos fumantes é maior a prevalência de história de depressão significativa e, nesses casos, a probabilidade de cessação do tabagismo é menor do que nos indivíduos sem história de depressão. Sugeriu-se que a associação entre depressão e tabagismo pode ser devida a uma predisposição genética comum às duas doenças. Outros fatores de risco da dependência de nicotina incluem esquizofrenia (70 a 90% dos esquizofrênicos são fumantes) e abuso de múltiplas drogas, particularmente álcool, cocaína e heroína.



Assim, é provável que a maioria que continua fumando é composta por aqueles com problemas psiquiátricos ou sociais. Além disso, é provável que esses fumantes sejam mais dependentes do tabaco e menos interessados em abandoná-lo. (Fonte: NÃO ÀS DROGAS)



O que hoje está tendo grande peso contra o vício é o fato de muitas pessoas de grande projeção social estarem se livrando do vício. O exemplo mais recente é Gisele Bündchen. Antes de Gisele já tivemos Cláudia Raia, Helena Ranaldi, Carolina Ferraz e outros que viram que fumar não é nada interessante e lançara para longe o vício.



A única explicação para ainda haver pessoas inteligentes fumando é que no passado, quando ainda não se conhecia bem a malignidade do vício, o contato social foi pervertendo o olfato de cada vez mais pessoas, e essa coisa repugnante passou a ser mais tolerada. Ademais, os americanos (mais uma vez eles) usaram estrelas do cinema para ludibriar a sociedade e passar a imagem de que fumar era bonito). Hoje, que quase todos sabem o quanto é degradante esse hábito, a dependência já é tão grande, que muitos não têm força suficiente para se libertar dessa prisão. Entretanto, as expectativas são boas: com tanta gente inteligente hoje lutando contra o vício, ele tende a ir diminuindo cada vez mais.



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