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Artigos-->Visitando Aracaju -- 05/01/2005 - 01:09 (Marcelo de Oliveira Souza,IWA Instagram:marceloescritor) Siga o Autor Destaque este autor Destaque este Texto Envie Outros Textos




VISITANDO ARACAJU





Chegando em Aracaju, caí na bobagem de hospedar-me no centro da cidade, pensando que seria mais fácil a locomoção e a alimentação. Como tinha saído cedo daqui de Salvador, para chegar no horário, ficando percorrendo cinco horas de viagem, sem parar, cheguei esfomeado na cidade do caju, o que fui logo procurar uma hospedagem. O que encontrei foi um centro abandonado, onde só funciona mesmo é em horário comercial, depois disso são só ruínas, hotéis abandonados e praças maltratadas e desgastadas.

Conseguindo ficar em um dos poucos hotéis neste ermo lugar, tratei de procurar alimentar-me em outro local, pois é sabido por todos que a praia de Atalaia é o point do local...

Neste lugar, muito bonito por sinal, tinha uma infinidade de restaurantes, só que eles estavam cobrando uma taxa de cinqüenta reais, pelo menos, somente para sentar, depois fazer o pedido. A agonia do reveillon continuou, achando um restaurante que não indicava a tal “reserva”, que era somente o termo para a extorsão.Convenci a gerente do REI DA PEIXADA, a “ceder” uma mesa para escolher enfim, o meu cardápio, fazendo o glorioso pedido, onde a gerente deu trinta minutos para eu comer e sair.

Infelizmente a demora foi tanta, (cerca de uma hora)que não deu para fazer isso, contudo o mais intrigante foi o prato escolhido depois de uma demora sem igual: Um minúsculo filé, coberto por uma boa quantidade da batata-palha dura e uma tímida salada que nem dava para perceber, acompanhada pelo arroz, tentando imitar o FILÉ À FRANCESA.

Nessa aventura por ARACAJU, não deixei de perceber também que o tão propalado hotel-fazenda BOA LUZ, sequer tem uma condução saindo de qualquer lugar para as pessoas que desejam visitar o belo e tão difundido lugar, teria alguma razão para isso?

O que restaram de saldo positivo, foi a gentileza e educação dos policiais militares, representando um modelo positivo para as corporações de outros estados; Seu povo, que é bastante cordial e alegre; E o profissionalismo do pessoal do Hotel Brasília, encabeçado pela proprietária D. Maria Nani de Oliviera, que mostra a sua competência, porque ostenta décadas de bons serviços, em meio a um centro da cidade abandonado, não sucumbindo diante das dificuldades geradas por um lugar que não valoriza o turista.



Marcelo de Oliveira Souza

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