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Artigos-->Beócio Fecundo -- 05/10/2001 - 12:39 (Félix Maier) Siga o Autor Destaque este autor Envie Outros Textos
O Beócio Fecundo me chama de americólogo. Não sei como ele chegou a essa conclusão, pois eu tenho uma grande restrição ao modo como "Big Brother" se mete em todos os cantos do globo. É o que pode ser constatado no artigo abaixo, que escrevi no dia 9/7 deste ano, "Diplomacia de cruzeiro", em que faço críticas graves aos EUA.



Quanto ao mais, é tudo rancor de sujeito histérico e escroto, que, não tendo argumentação para contestar o ponto de vista das pessoas, parte para a pura agressão, única coisa de que são capazes beócios dessa natureza.



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Diplomacia de cruzeiro -- 09/07/2001





O Brasil é um dos poucos países latino-americanos que não admitem bases americanas em seu território. Com o alicate americano apertando a Colômbia, com a desculpa de um propalado programa de combate ao narcotráfico, até quando nosso país poderá evitar a ingerência de Tio Sam em nossos assuntos internos?



Motivos para intervenções no Brasil podem ser fabricados a qualquer momento: destruição da floresta Amazônica, questão indígena, narcotráfico e tráfico de armas. A atual política da "diplomacia de cruzeiro" dos EUA pode muito bem ser aplicada ao Brasil. Surtiu efeito na Guerra do Golfo, assim como na questão do Kosovo. Por que não surtiria efeito no Brasil?



Na Guerra do Golfo, em 1991, os EUA e uma coalizão militar, para libertar o Kuwait, bombardearam todo o Iraque, destruindo toda a infra-estrutura do país. Depois disso, foi um "passeio" a ação do exército em terra. O mesmo ocorreu na Iugoslávia, que teve o país totalmente destruído, em 1999, devido aos ataques criminosos da OTAN, com saldo de 5.000 mortos civis. Por que - deve-se perguntar - somente Milosevic está sendo julgado no Tribuanal de Haia? Por que os abutres da OTAN também não foram presos?



A "diplomacia de cruzeiro" (cruise missile diplomacy) é mais nova política americana de "dobrar os joelhos" de quem quer que seja. O lançamento maciço de mísseis de cruzeiro, os temíveis "tomahawks", juntamente com ataques de aeronaves "invisíveis", permitem que os americanos tenham uma "guerra limpa", pois quase não há baixas em suas forças militares. Depois de arrasar o inimigo, as tropas terrestres não têm a fazer senão um piquenique sobre a terra arrasada. Não retornando aos EUA os famigerados sacos pretos com soldados mortos, como ocorria na Guerra do Vietnã, a opinião pública americana não se importa com essa "gamewar" operada à distância, ficando os falcões americanos totalmente à vontade para realizar os mais diversos ataques.



Se o Iraque e a Iugoslávia retrocederam 100 anos em seu avanço sócio-econômico, devido aos criminosos bombardeios americanos, o que aconteceria ao Brasil se "tomahawks" fossem lançados em São José dos Campos, em nossas refinarias, no ABCD paulista, enfim, em toda a infra-estrutura brasileira?



Quem viver, verá.



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