Usina de Letras
                                                                         
Usina de Letras
48 usuários online

 

Autor Titulo Nos textos

 

Artigos ( 59106 )

Cartas ( 21236)

Contos (13107)

Cordel (10292)

Crônicas (22195)

Discursos (3164)

Ensaios - (9434)

Erótico (13481)

Frases (46493)

Humor (19273)

Infantil (4456)

Infanto Juvenil (3718)

Letras de Música (5478)

Peça de Teatro (1337)

Poesias (138218)

Redação (3051)

Roteiro de Filme ou Novela (1060)

Teses / Monologos (2427)

Textos Jurídicos (1945)

Textos Religiosos/Sermões (5518)

 

LEGENDAS
( * )- Texto com Registro de Direito Autoral )
( ! )- Texto com Comentários

 

Nossa Proposta
Nota Legal
Fale Conosco

 



Teses_Monologos-->O BRASIL TEM PRESSA -- 03/10/2006 - 21:54 (Domingos Oliveira Medeiros) Siga o Autor Destaque este autor Destaque este Texto Envie Outros Textos
.
PARA O BEM DO BRASIL. JÁ SERIA DE BOM TAMANHO.
(Por Domingos Oliveira Medeiros)

Em dois mil e dois, ajudei a eleger o Lula. Neste segundo turno, estarei ao lado do PSDB, com Geraldo Alckmin, por entender que o ex-governador reúne, sem sombra de dúvidas, as melhores condições para assumir o comando desta grande Nação, livrando-a da inoperância e da incompetência gerencial, além da falta de liderança e de projetos que, efetivamente, recoloquem o país nos trilhos do desenvolvimento econômico e social, em benefício de todos os brasileiros. Ademais, porque sou contra o Instituto da Reeleição, que não guarda coerência com os princípios básicos da Democracia, entre os quais se insere a rotatividade do Poder.

Lula já deu a entender que, no debate, além dos auto-elogios do seu próprio governo, enaltecendo programas mal copiados de governos anteriores, como o Bolsa-Família, e a farta distribuição de recursos (sem controle, diga-se de passagem)) para outras áreas de atuação do governo, persistirá na tecla da estratégia de comparar o seu governo com o de FHC. No meu modo de ver, tal comportamento visa, tão-somente, passar da defensiva para o ataque, na tentativa de tomar grande parte do tempo de seu oponente, na defesa do governo anterior. Com isso, pretende encurtar o tempo do seu adversário, prejudicando a exposição mais detalhada de seus projetos, programas e idéias, e, também, para discorrer sobre os diversos escândalos que se tornaram a marca registrada deste governo, sob o repetitivo e falacioso argumento de que de nada sabia, de que mandou apurar, que demitiu e ainda, em outros casos, que nada tem a ver com tudo isso, posto que todos os erros são sempre culpa do governo anterior.

Assim sendo, e para não poluir o debate do próximo domingo, desviando do curso pragmático e programático de que tem a obrigação de seguir, face ao direito de informação a que temos, minha sugestão é a de que, em se confirmando tal estratégia, que se corte o mal pela raiz. Esclarecer, por exemplo, que o que o ex-presidente FHC não participa destas eleições; e que, portanto, a questão se tona irrelevante. Devemos olhar para a frente, e não para trás; que eventuais erros cometidos – e muitos aconteceram, é bem verdade -já deveriam ter sido apurados e esclarecidos pelo atual governo. Por quê não foi, essa é a questão. Agora não faz sentido. A ação tornou-se intempestiva.l

PSDB possui excelentes quadros. Que, no geral, adotam a mesma ideologia, preservando, no entanto, a luz própria, individual, de cada um de seus membros; que cada membro possui estilo e idéias próprias, não necessariamente iguais as dos seus pares; que se orgulha do seu Partido, ao contrário do PT, que mudou as cores e os ideais do mesmo; que abandonou princípios éticos e morais que marcaram sua atuação vintenária; e que por isso, tudo indica, perdeu credibilidade o que poderia explicar o comportamento de alguns de sues membros de esconder a estrela que tanto brilhou em outras épocas, provavelmente com vergonha pelos descalabros e escândalos que a cúpula do partido não se cansa de praticar. .

Tudo isso, é claro, sem esquecer de tocar, com ênfase, nos erros e desacertos do atual governo, que deve muitas explicações aos seus eleitores. Sobre os escândalos que se iniciaram dentro do Planalto, com o Waldomiro – até hoje envolto em mistério -, Valérioduto, Mensalão, Sanguessugas, além de quebra do ordenamento jurídico, como foi o caso do jardineiro Francenildo, violado em seus direitos fundamentais, cujo processo tramita pelos escaninhos morosos da Justiça.

Finalmente, abordar a grave questão da origem dos recursos do dossiê, envolvendo lideranças e assessores próximos do Presidente, bem como dos gastos com despesas de custeio. Na burla ao sistema do mérito, por conta da manutenção e crescimento de contratação de mais de 30 mil servidores terceirizados. De mais de 20 mil cargos comissionados que, até hoje, não se sabe quantos são, quanto ganham e o que fazem. Falar da superposição de atribuições e do desperdício de tempo e de recursos financeiros com a manutenção de 35 órgãos com status de ministérios. Do crescimento pífio do PIB, da excessiva carga tributária, da falta de treinamento e de respeito parta com os servidores públicos, o que gera a insatisfação e a má prestação de serviços. Do crescente déficit da Previdência, do abandono de nossas estradas, da má qualidade do ensino público, da saúde e da segurança,. Entre outros assuntos. Já seria de bom tamanho.




Comentários

O que você achou deste texto?        Nome:     Mail:    

Comente: 
Renove sua assinatura para ver os contadores de acesso - Clique Aqui