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Teses_Monologos-->O dilema do Poeta -- 26/09/2006 - 05:15 (CARLOS CUNHA / o poeta sem limites) Siga o Autor Destaque este autor Envie Outros Textos

















Ergueu a cortina ensebada, que separava a cozinha do quarto, e ela estava lá. Deitada nua o esperava para fazerem amor, encher-lhe de prazer, saciar a volúpia sedenta que o dominara e atormentara por todo o tempo que ficara sem ela.


CARLOS CUNHA






O dilema do Poeta


Tento colocar no branco da folha algo conexo, mas às vezes sai ao contrário: só desconexão acompanhada de falta de idéias! Talvez seja o excesso de cerveja que circula pelo meu sangue, nas madrugadas, e o cansaço proveniente da vida que levo intensamente nas altas horas que fazem isso comigo.
Afinal, eu quero o que? Sou um escritor? Um poeta? Talvez, só o meu trabalho pode responder.
Com certeza e obrigatoriamente sei que sou um escrevinhador compulsivo. No trabalho cotidiano – pelo qual sou pago regiamente - eu deixo de produzir a produção esperada pelos empregadores, de repente, para em seu lugar superproduzir idéias. Escrevo grandes textos quase sempre na hora errada. Ou será essa a hora certa para criar? O errado na verdade estará sendo a hora ou o meu tempo é que está sendo mal organizado?
Preciso sobreviver. Ganhar para o leite das crianças e o arroz e feijão do sustento da família. Só que o espírito fica a haver quando só a isso eu me dedico.
Criar. O objetivo maior está sempre restrito. Sempre com hora marcada, mas também sempre esperando uma oportunidade para surgir em letras rascunhadas, muitas vezes até em guardanapos de um bar – muito mais quando me embriago - nas fatídicas e adoráveis madrugadas.
Tento sempre colocar no branco do papel algo válido que fale de coisas profundas, da vida, de Deus e do amor em sua singela pureza. Acabo muitas vezes falando bobagens, de coisas que alguns acham banais, sobre cerveja, sexo e madrugadas.
Merda sou um escritor? Um poeta? Talvez.
O papel está em branco e só o escrevinhador pode preenchê-lo, além do escritor. Escrevinho, escrevo? O que importa? Para mim só interessa que os rascunhos surjam, conexos ou desconexos. Afinal, essa é a realização maior da minha vida.





CARLOS CUNHA
O poeta sem limites







Últimos textos e contos eróticos do autor..


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A novela erótica que está sendo lida e adorada pelos leitores do poeta. Um padre chileno devasso, a viúva que é a sua amante, suas filhas, que não deixam nada a desejar á lascívia da mãe, e uma amiga lésbica da irmã mais velha são os personagens dos primeiros capítulos. Entre eles rola muita sacanagem e tem também o namoradinho crédulo da irmãzinha mais nova, que deita e rola com a menininha e sonha em lhe tirar a virgindade, mas ela perde o cabaço e totalmente a inocência em orgias lésbicas com a irmã e a amiga dela. Uma estória feita pra quem gosta de sexo, diversão e safadeza.



Capítulos 1 - 2 - 3 - 4 - 5 - 6 - 7 - 8









O Harém do Poeta




As mulheres mais lindas e gostosas encontradas na NET. Agora, além da publicação periódica de novas fotos, tem a de um maravilhoso vídeo erótico semanal.








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Autoclicagem é falta de moral do cérebro até a ponta dos dedos... rsssssssss








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