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Artigos-->Dr. Yum ( VI ) -- 11/08/2004 - 22:10 (fernanda araújo) Siga o Autor Destaque este autor Destaque este Texto Envie Outros Textos
. Trajetória na Guerra do Vietnã



Certa vez, durante um ataque inimigo, aproximadamente cinqüentas soldados sofreram queimaduras.

Como não havia equipamento suficiente para atender a todos, fez com que cavassem o chão e cobrissem os feridos com terra, deixando apenas a cabeça descoberta.

Parecia estarem enterrando vivos os soldados. Um coronel americano observando isto, ficou nervoso. Acusou que estavam, realmente , sepultando os soldados com vida e que aquilo era desumano.

Ao afirmar-lhe que não se tratava de um enterro mas, sim, de um tipo de tratamento, ficou mais nervoso ainda. Acusou-lhe de primitivo e acrescentou : Só podia ser coisa de um selvagem amarelo.

Em seguida, gritando, ordenou que todos os feridos fossem levados ao hospital.

Dr. Yum também gritou! Não toquem em nenhum coreano, eu me responsabilizo por tudo o que lhes puder acontecer.

Levaram todos os americanos, deixando todos os coreanos.

Infelizmente os americanos morreram todos por intoxicação!

Porém os soldados coreanos, que foram cobertos de terra, salvaram-se todos.

Um jornalista perguntou-lhe: - "Por que enterrou os soldados queimados?" Ele lhe respondeu : "Com queimaduras desse tipo, geralmente, a pessoa não sobrevive. Não havia medicamentos para todos. A única solução era entregá-los aos cuidados da mãe natureza."

Enquanto o jornalista o olhava feito bobo, deixou aquele lugar, esquecendo tudo.

Em outra ocasião, um soldado perdera o dedo.

O Dr. Yum, depois de ter estancado a hemorragia, colocou o dedo amputado no mesmo lugar, fixando-o com talas. Em seguida fez com que o soldado balançasse o braço, sem parar, mantendo-o acima da cabeça. Três semanas depois, o dedo colou no próprio lugar(maiores explicações encontram-se no ABC DA SAÚDE - no capítulo referente às funções do glomo).

Noutro momento, um soldado perdera a visão devido a uma explosão. Encontrou-o com os olhos vendados e chorando.

Começou a alimentá-lo com verduras cruas. Prescreveu-lhe 4 banhos de ar diários e a repetição, também diária, por duas mil vezes, do exercício “João Teimoso”(para cada 500 vezes leva-se 10 minutos).

Em três meses o soldado recuperou a visão. Alguns lhe perguntaram: “O que pensava a respeito dos médicos que o contrariaram?” Respondeu-lhes: - “Lata cheia não faz barulho, agora devem estar quietinhos”.

O coronel e médico americano que o havia chamado de “selvagem amarelo”, pediu-lhe desculpas, tempos depois, sendo o primeiro médico a implantar a Unibiótica nos Estados Unidos.

Atualmente é reservista e grande estudioso da Medicina Natural. Dr. Yum disse-lhe: - “Os métodos que uso não são do Oriente nem do Ocidente. O glomo, por exemplo, foi descoberto no Ocidente. Se tentar fazer tratamento de alguma doença sem conhecer tal teoria, ou seja a função do glomo, acabará caindo em sérias armadilhas.”

Explicou-lhe, então, detalhadamente sobre o glomo.

Naquela mesma época, recebeu uma carta da esposa e ficou muito emocionado. Falava-lhe sobre o professor de Medicina que o expulsara de um hospital onde ele trabalhava (quando ele fazia residência).

A referida carta relatava que o seu professor e mestre havia dito, num discurso, o seguinte:





Discurso de Aposentadoria

(do seu professor)



“Durante 35 anos de vida de professor, parece-me que perdi mais do que ganhei. Julgo que fiz mais coisas erradas do que certas. O que mais me dói é o fato de ter perdido o Yum. Se eu tivesse dado ouvidos às suas opiniões, nesta hora de minha aposentadoria de vida de professor, certamente, estaria mais feliz e seria homenageado com palavras mais honrosas. Parece que fiz o Yum sofrer e até atrapalhei o futuro dele.

Ele, com certeza, construiu uma verdadeira Medicina Popular...”

Estas são palavras do discurso proferido por seu professor ao retirar-se da vida de ensino.

Dr. Yum já havia se esquecido do professor. O professor, porém, ainda lembrava-se dele.

Pensando nisso e no amor que o professor sentia por ele, seus olhos encheram-se de lágrimas. Seu respeito por ele aumentou.

Lembrou-se do provérbio que dizia:”A relação entre um mestre e um discípulo é igual à relação entre um pai e um filho.”

Se Dr. Yum o tivesse procurado novamente e se tivesse mais uma vez, pedido sua orientação, certamente teria se aposentado mais feliz.

Se o professor não tivesse agido, na época, daquela forma, o Dr. Yum não teria pensado em medicina popular e hoje, certamente, seria um médico comum como tantos outros.

Ele disse que perdeu muito. Eu, porém, acho que ganhei muito, disse o Dr. Yum.





Denominar a Unibiótica

Para denominar a Unibiótica aos seus métodos, leu cerca de 8 000 livros de Medicina, tanto Oriental como Ocidental.

Estudou além de MEDICINA, MATEMÁTICA, FÍSICA, QUÍMICA, GEOMETRIA e até a ARTE DE COZINHAR. Tanto assim, que não se envergonha de cozinhar perante cozinheiros profissionais.

Estudou: QUIROMANCIA, FILOSOFIA, RELIGIÃO E MÚSICA. E ainda sobre GUERRA: ESTRATÉGIA, POLÍTICA E IDEOLOGIA.

Todas as obras que leu até hoje, diz que ultrapassam 20 000 livros.

Criou a Unibiótica com muita dificuldade.

Dr. Yum não tem vontade de baixar a cabeça ou bajular quem quer que seja, para que a Unibiótica seja oficialmente reconhecida. Se o povo a reconheceu, ela, naturalmente, virá a ser reconhecida por todos.





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