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Discursos-->A PLÁSTICA DO JB -- 03/09/2006 - 13:14 (Domingos Oliveira Medeiros) Siga o Autor Destaque este autor Destaque este Texto Envie Outros Textos
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A CIRURGIA PLÁSTICA DO JB – EFEITOS COLATERAIS
(Por Domingos Oliveira Medeiros)

O Jornal do Brasil saiu na frente. A cirurgia plástica transformou, para melhor, a cara do jornal. Um sucesso quase que total. Todavia, após o pré-operatório, começaram a surgir os problemas de ordem psicológica. O paciente não se vê no espelho com a mesma personalidade de antes. Questiona-se. Parece, à primeira vista, que assumiu outra personalidade. O externo influenciou o interno. E o paciente, tal qual o pão bolorento, ficou belo por fora, e feio por dentro. Passou a proteger o presidente, os militantes do PT e seus aliados. Abriu espaços para o ex-chefe da Casa Civil, indiciado e condenado pelos seus pares, com envolvimentos, no mínimo, suspeitos, em relação aos escândalos que brotaram e criaram grossos troncos, desde o caso Waldomiro versus o empresário do ramo dos bingos, Carlos Cachoeira, passando pelos jardins do Francenildo, o caseiro que teve sua conta invadida sem autorização judicial, fato que resultou na queda de vários assessores do primeiro e segundo escalões da República. A coluna do competente Mauro Santayana, desenvolve papel de cabo eleitoral do Lula. No artigo “As raízes do nojo, JB de 21 de agosto próximo passado, o eminente articulista critica entrevista concedida por Fernando Henrique divulgada pelo Correio Braziliense, segundo a qual o ex-presidente teria dito que a corrupção, a violência e o medo provocam na população “nojo” pela política. E continua o articulista e cabo eleitoral na linha do ataque ao governo de FHC e aos constantes elogios ao governo de Lula. Diz que na atual conjuntura não há candidato melhor do que Lula. Engana-se. Todos os demais são bem melhores. Principalmente a senadora Heloísa Helena e o Senador Cristovam Buarque. Aquela, expulsa do partido por manter-se fiel aos ideais do PT. E o senador Cristovam, vítima da infidelidade partidária às avessas, posto que quem foi infiel, no caso, foi o próprio partido, ao mudar da água para o vinho- ou seria do vinho para água ?-acarretando a debandada de seus melhores quadros. E vai mais longe, o nobre articulista, ao criticar o escândalo do Banestado, “que custou ao Brasil bilhões e bilhões de dólares, nas remessas ilegais para o exterior, sob o beneplácito de uma portaria do Banco Central, sem a prisão dos beneficiários do esquema”. Esqueceu-se, o grande articulista, de que a CPI do Banestado foi arquivada em face de divergências e intrigas e comportamentos inusitados do então relator, o deputado José Mentor , do PT, que tudo fez, a exemplo de outros membros do governo, para que dita CPI não chegasse a bom termo. Como se neste governo, apesar da overdose de escândalos praticados por aliados e partidários do PT, tivesse mandado para a cadeia algumas dezenas de mensaleiros (petistas e aliados) absolvidos por seus pares, em votação secreta e vergonhosa, de que todos somos testemunhas. Onde teve de tudo, inclusive danças e sapateados em comemoração ao triste espetáculo vivenciado pela Câmara dos Deputados. Desse jeito, com tanta proteção de parte considerável da mídia, é bem provável que o Lula, conforme anunciam as pesquisas, seria eleito no primeiro turno, caso as eleições fossem hoje. O único conforto é que as eleições só acontecerão em outubro vindouro. E até lá, quiçá, muita água possa rolar por debaixo da ponte, afogando as esperanças de corruptos e corruptores que envergonham a nossa pátria amada Brasil. Enquanto isso, o presidente que nunca soube de nada, faz às vezes de Pôncio Pilatos. Foge do PT como o diabo da cruz. Já não faz questão da cor de sua bandeira, nem demonstra orgulho pela estrela afixada na lapela. Evita aparecer em palanque junto com supostos mensaleiros, antigos e fiéis companheiros
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