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Teses_Monologos-->Farinhas do Mesmo Saco -- 21/02/2006 - 09:59 (Domingos Oliveira Medeiros) Siga o Autor Destaque este autor Destaque este Texto Envie Outros Textos
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O SUJO E O MAL LAVADO
(Por Domingos Oliveira Medeiros)

O sujo e o mal lavado. A disputa combinada. A imprensa envolvida. Parte, comprometida. No final, não dá em nada. Dois partidos semelhantes. O presente e o passado. Andando de braços dados. O embate disfarçado. Tentando nos convencer. O suposto inusitado. Dois partidos diferentes. A formiga e o elefante. O povo sendo enganado. A semelhança é gritante. O partido foi clonado. PSDB e PT. Jogam juntos, irmanados. Cópia bem autenticada. Cartório de fantasias. Não vale o que foi dito. Não se garante o registrado. Nem aquilo que dizia. O presidente eleito. O seu sonho foi desfeito. Pois assumiu o poder. De fato e de direito. Todavia, mudou de lado. A bem de toda a verdade. A piada não tem graça. Copia o governo passado. A sua antiga vidraça. Sua nova moradia. A janela é a mesma. De onde FHC resistia. A pressão pela mudança. Usando de covardia. Passou um tempo lutando. E acabou aprovando. A reeleição que queria. Tão contestada, um dia. Por Luiz, o sindicalista. De cima da carroceria. No caminhão do protesto. Praticava o bom combate. Hoje, nosso presidente. Passou a viver de sobras. Passou a comer o resto. Faz o mesmo, quem diria?

Aproveita o momento. Sem fazer o lançamento. De sua candidatura. Afirma não ser candidato. Faz jogo de paciência. Água mole em pedra dura. Tanto bate até que fura. Apostando suas fichas. No déficit acumulado. Pra liquidar a fatura. Junto ao eleitorado. Desiludido, enganado. Tece grandes elogios. Ao governo que comanda. Critica FHC. Pelos erros cometidos. Nos caminhos percorridos. Em busca da reeleição. Segue o nosso presidente. O mesmo modelo e padrão. Dos rumos da economia. Que até então combatia. Sobre a quebra de contrato. No caso do aposentado. O mui amigo Fernando. Lutou pra ver descontado. Ao arrepio da lei. Cobrando o que já foi pago. Dobrando para o coitado. A tal da contribuição. Por Lula, tão contestado. Naquela ocasião. Pobre do aposentado. Teve seu bolso garfado. E passou a ser cobrado. Pelo governo atual. Sem entender a questão. Triste e contrariado. Viu a esperança e o medo. No seu bolso enfiado.

Mas hoje, é gato escaldado. Não vai repetir a ilusão. Pois sabe, de antemão. A trama que está montada. Para essa eleição. Só se fala em dois partidos. Na verdade, um só resultado. Qualquer dos dois tanto faz. Qualquer dos dois interessa. Aos donos do capital. Aos banqueiros de plantão. Que o diga o Banco Central. A vingar o disparate. Nada muda; tudo igual. O sujo e o mal lavado. A briga do mal contra o mal. Para ver quem, afinal. Errou mais e fez errado. Na avaliação do mercado. Quem fez menos ou quase nada. Pelo lado social. Campeonato ao inverso. O pior é campeão. E quem vai perder, na certa. Com certeza, o povão.

Abra o olho, companheiro. Seguro morreu de velho. Antes de votar, primeiro. Analise o candidato. Não vote em repetição. Aproveite este momento. Pra decidir a questão. Ou se muda de governo. Ou se vota na pesquisas. Pesquisas de opinião. Que, tudo indica, pelo jeito. Já decidiram o pleito. E o candidato eleito. Sairá, seguramente. Do embate escolhido. Entre o mesmo partido. PSDB e PT. Não acredite em palpite. Faça bom uso de voto. Não acredite em promessa. Promessa mirabolante. De quem prometeu no passado. E promete neste instante. Há de haver um candidato. Ou quem sabe candidata. Precisando de uma chance. Para proceder mudanças. Efetivas e de fato. Que dê provas verdadeiras. Que não se vendem e nem trocam. O povo pelo poder. Não têm nada a esconder.

O mundo é uma bola. O globo dá muitas voltas. E a bola volta de novo. Para as mãos do eleitor. Decide, agora, o povo. E tudo irá depender. De quem assumir o poder. E tanto será melhor. Se agente puder não errar. Na hora de escolher. Nosso novo mandatário. Para o qual devo dizer. O perfil adequado. Que ele precisa ter. Não deve ser esquecido. Tem que ter boa memória. Boa visão e controle. Não se importar com a glória. Não querer entrar pra história.Como estadista do ano. Ser humilde e honesto. Que atrás vem logo o resto. A vontade de combater. Renomados bandoleiros. Agiotas e doleiros. Secretários de partidos. E também seus tesoureiros. Empresários disfarçados. De amigos, companheiros. Piratas saqueadores. Dos cofres da União. Que roubam muito dinheiro. E mandam pro estrangeiro. Como faz qualquer ladrão. De terno ou de gravata. Ou ladrão de galinheiro. Contumazes jogadores. Amantes de rinhas de galo. São clientes permanentes. De CPIs do Congresso. E fazem muito sucesso. O dinheiro pelo ralo. Mentindo o tempo inteiro. Que nunca abriram conta. Mentiras pelo gargalo. De bancos, no estrangeiro.

É hora de dar o troco. E tirar desse sufoco. Nosso Brasil altaneiro. Ainda tem bons partidos. E também bons candidatos. No PDT de Brizola. A minha dica primeira. E no P-Sol da Heloísa. A senadora guerreira. E querendo a gente enxerga. Procurando a gente vê. Tem, gente boa de fato. Na ala dos descontentes. Do grande PMDB. E um ou outro candidato. De partido não citado. Que possa bem merecer. O voto do eleitorado.


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