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Cartas-->wal 9E (leitura de livro) -- 20/07/2013 - 15:20 (Benedito Pereira da Costa) Siga o Autor Destaque este autor Destaque este Texto Envie Outros Textos
Wal 9E (leitra de livro)*




Prezada Wal, às 15:04h de hoje (19/07/2013), concluí a leitura de seu livro maravilhoso e entusiasmante. Tudo desperta muito interesse; mas, no meu entendimento, divido-o em 4 fases:



a) alegria;



b) nostalgia;



c) diversão;



d) reconhecimento.



Para não haver descontinuidade, insiro as duas primeiras mensagens em que eu mostrava ter começado a leitura do seu livro emocionante A Cor da Minha Vida.



1ª mensagem: 12/06/2013, 09:41h, pp. 10 a 13.



Obrigado, Wal. Apenas estou começando a ler o seu livro A Cor da Minha Vida (Uma história sobre Brasília, Amor e Superação). No momento, estou na página 13. Dele, grifei o seguinte (e pelo que me indica a leitura, terei de anotar muita coisa):



a) todo o penúltimo parágrafo da p. 10;



b) Aprendi a lição e esse fato norteia minha vida: a cada um o que é seu (p. 12);



c) ... mas vivo mergulhada na paz que só os homens honestos vivenciam (p. 13);



d) quando ela fazia colchas de retalhos que eu achava lindas, ajudava-a a cortar os tecidos (p. 13).



Com a estima e o abraço do

Bené



2ª mensagem: 14/06/2013, 10:29h, pp. 14 a 26.



Prezada Wal, continuo a leitura muito agradável do seu livro:



a) p. 14, descobri que o seu vovô Lino José dos Santos foi meu colega. Também trabalho nos Correios há quase 40 anos;



b) p. 15, descrição da vovó Ica muito linda!



c) p. 15, 3º §, últimas linhas, são também santos de minha devoção, aos quais somo outros;



d) p. 16, 1º §, espirituosa a brincadeira sobre o doce de pêssego, do qual gosto muito e até plantei, e viveu, um pé em nossa Universidade (UniCorreios); minha vovó escondia uma lata de marmelada no alto da prateleira: só os netos privilegiados dela comia (logicamente, eu estava fora);



e) p. 17, 1º §, verdade, Wal: Nunca devemos abdicar dos nossos sonhos, sejam eles quais forem. Não importa quanto tempo precisamos para realizá-los.



f) p. 17, 2º §, lembro-me com saudade da Hora Certa;



g) p. 18, último §, chegada a Brasília: dezembro de 1957 (cheguei em novembro de 1956);



h) p. 19, 1º §, residência na 3ª Avenida (será que não fomos vizinhos? De julho de 1958 a março de 1961, residi na 3ª Avenida, nº 326, uma casa meio rosa, nos fundos do Cine Bandeirante);



i) p. 20, 2º §, muito forte a lembrança dos afazeres: Ginásio Brasília e A Hora Certa;



j) p. 21, 2º §, últimas linhas: Mamãe era uma santa. Curava todo mundo, não apenas com os chás ou unguentos que fazia, mas com amor imenso que misturava neles. (Acredito seguramente que o amor ajuda em todas as curas);



k) p. 22, todo o último §;



l) p. 23, 3º §, Todos nós morremos um pouquinho quando perdemos alguém que amamos. (Duro, mas é verdade);



m) p. 23, 3ª §, O padre dizia: "Achar que não se tem pecados já é um pecado". (Acredito nisso e, por isso, julgo-me pecador);



n) p. 24, 1º §, final, músicas inesquecíveis que ainda hoje são tocadas;



o) p. 24, 2º §, mamãe Jovercília (Jove). Lembrei-me de um colega de 1958, no Ginásio Brasília, que se cahamava Job;



p) p. 24, 3 últimos §§, encantadora a história;



p. 25) 25, continuidade do último § da p. 24, sem palavras ...



p. 25, todo o §, episódio das flores. (Maravilha esse acontecimento!);



p. 26, último §, engraçadíssima a confusão de pepino em vez de leite condensado. Parei aqui, mas vou ler (e reler) o livro todo.



Lembro-me vagamente de um incêndio que houve entre a 1ª Avenida e a 2ª Avenida. Muito prejuízo. Uma casa comercial (Estabelecimento Bela Vista), que ficava na Travessa Dom Bosco, se foi e nunca mais se reergueu. O proprietário era conhecido de minha família. Um outro, que depois viria a ser meu cunhado, também perdeu tudo (Joalheria Sônia), mas reconstruiu seu negócio no outro lado da avenida; depois foi para o Plano Piloto (CLS 108, Rua da Igrejinha) e ali permaneceu por muitos anos. Hoje é próspero empresário.



Você se lembra do Concurso Miss Brotinho, do Ginásio Brasília? Parece-me que foi em 1959.



Há muitas coisas que de que vou, aos poucos, me recordando. Se não lhe for incômodo, comunico-as à medida que ler o seu maravilhoso livro e as identificar.



Com a estima a e o abraço do

Bené



3ª mensagem, hoje, 15:38h (19/07/2013, pp. 27 a 86. Estão no arquivo anexo.



Com a estima e o abraço do

Benedito
























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