Usina de Letras
Usina de Letras
                    
Usina de Letras
104 usuários online

 

Autor Titulo Nos textos

 


Artigos ( 57395 )
Cartas ( 21182)
Contos (12615)
Cordel (10141)
Crônicas (22260)
Discursos (3139)
Ensaios - (9065)
Erótico (13414)
Frases (44153)
Humor (18595)
Infantil (3853)
Infanto Juvenil (2804)
Letras de Música (5476)
Peça de Teatro (1320)
Poesias (138561)
Redação (2942)
Roteiro de Filme ou Novela (1055)
Teses / Monologos (2409)
Textos Jurídicos (1926)
Textos Religiosos/Sermões (4945)

 

LEGENDAS
( * )- Texto com Registro de Direito Autoral )
( ! )- Texto com Comentários

 

Nossa Proposta
Nota Legal
Fale Conosco

 



Crônicas-->Nativa -- 13/02/2020 - 20:29 (Padre Bidião) Siga o Autor Destaque este autor Destaque este Texto Envie Outros Textos

Nativa


Ajoealhada escultura no olhar do escultor, fitou a beleza Mayara a olhar ao longe seu amor o Paje Tibiriçá. Ele por ser de uma tribo onde só tinham mulheres e ela de outra, não podiam se relacionar. O fato de ser desenhada sob a forma ajoealhada, demonstra quantas formas de amores impossíveis surgem no decorrer da vida e que, por questões culturais, não podem evoluir de forma concreta e ficam no imaginário e no coração dos amantes que significam aqueles que dominam a arte e a sabedoria de dominar o amor do verbo amar no ato doar sem esperar nada em troca. A troca vem de escambo, e quando isso ocorre deixa de ser amor e passa a ser comércio. Amar é verbo e verbo é ação de saber o que fazer e ao mesmo tempo contemplar no templo vida. O olhar e a ação do amor nada se perde. Tudo se transforma em analogia às Leis de Lavoisier. Pedra bruta em cerâmica, fogo em chama sem arder, paz em angústia, sono em insônia e vida em imagem para ser ao longe, admirada e louvada em silêncio, pois de tudo que se ama, se guarda.

Marcos Palmeira

Comentários

O que você achou deste texto?        Nome:     Mail:    

Comente: 
Perfil do Autor Renove sua assinatura para ver os contadores de acesso - Clique Aqui