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Crônicas-->O sal, o sábio e a rosa -- 11/02/2020 - 02:27 (Padre Bidião) Siga o Autor Destaque este autor Destaque este Texto Envie Outros Textos

O sal, o sábio e a rosa

O *sábio* sabe que está na mira dos passarinheiros, que são demais na sensibilidade do assentido até a medula dorsal da lua no mar (a)mar com os olhos d'água. Velho sou, e a cada passo gente, vou ficando ainda mais envelhecido na coruja da noite. Lento, bronco, descalço no entender, grito no silêncio. Implodindo a alma assentida, mas leve com o pisar de elefante e me arrasto manso como cordeiro e prudente como uma serpente. Balanço a baje para marcar o terreno diante dos predadores e camaleio e protejo a cria. Cada dia, estou lerdo diante do universo que se diz entendido. O Patibulo me espera a qualquer manhã na inocência da rosa de espinhos podada pelos inquilinos. Então, a rosa tomba na rosa do cravo devorado. A Rosa no nome Rosa segue no grito regidor no negro quadro frio, com as mãos e giz produzindo o pó da vida. Calo - me no meu calo no calador assentido. A Rosa pinta o negro quadro no grito silêncioso do giz molhado, sendo simplesmente, a rosa. Quem vem lá!? A bebida alterou vosso semblante, mas o sábio sabe de sua dor é temperada com o sal a dar-lhe a sabedoria do silêncio pragmático e cauteloso. Por ser tempero, sal é o amargor do ser sábio que não o perde de vista para manter-se sempre não um ser amargo, mas "acordado" para degustar a vida, sem perder o foco no modo silencioso. O sal vem do mar no marejo marejar do marejador que navega mantendo o objetivo de alcançar o destino, ainda que sob ondas, maremotos e tsunamis. Escrevo nos porquês dos entendores do meu louco cinema de sessão gente com entrada franqueada para loucos e simpatizantes. Pinto o fitar, sem voz e quando tento falar não acordo, assusto a Rosa. No frio negro quadro, ela se assusta com a frieza que dele emana e embora lenta, entende no entender e desejo dela, que somos escravos sem correntes, mas com capatazes numa versão atualizada que exige a precisão cautelar de uma cobra. A nete, que é a coqueluche da interação no frio negro do quadro da navegação do Vale do silício, anuncia uma na aprendizagem diferente onde o aprendiz se tranforma em apagador após entender, que a rosa na noite fria, não consegue ser vista por ele (O apagador) . Me segura se não eu caí, pois tal qual a Torre de Piza, haverá um dia em que tombarei e a rosa será despetalada por um despetalar dor(a), na cor da ira de um rejeição não gerenciada a gerar uma frustração perseguidora e doentia. A ousadia do vendedor mira o cravo e machuca a rosa no mercado dos espaços onde a rosa, deixa de ser viçosa, perde sua cor e murcha fica, mas lá está é ao alto se mantém e alguém dela tenta se livrar a todo custo por desbaste. Mas a natureza é mais sabia bem como o sábio e o sal salga a rosa para dar-lhe o tempero da vida, fazendo-lhe renascer e juntamente com o sábio, caminham rumo ao sol . 

O sal, o sábio e a rosa

O *sábio* sabe que está na mira dos passarinheiros, que são demais na sensibilidade do assentido até a medula dorsal da lua no mar (a)mar com os olhos d'água. Velho sou, e a cada passo gente, vou ficando ainda mais envelhecido na coruja da noite. Lento, bronco, descalço no entender, grito no silêncio. Implodindo a alma assentida, mas leve com o pisar de elefante e me arrasto manso como cordeiro e prudente como uma serpente. Balanço a baje para marcar o terreno diante dos predadores e camaleio e protejo a cria. Cada dia, estou lerdo diante do universo que se diz entendido. O Patibulo me espera a qualquer manhã na inocência da rosa de espinhos podada pelos inquilinos. Então, a rosa tomba na rosa do cravo devorado. A Rosa no nome Rosa segue no grito regidor no negro quadro frio, com as mãos e giz produzindo o pó da vida. Calo - me no meu calo no calador assentido. A Rosa pinta o negro quadro no grito silêncioso do giz molhado, sendo simplesmente, a rosa. Quem vem lá!? A bebida alterou vosso semblante, mas o sábio sabe de sua dor é temperada com o sal a dar-lhe a sabedoria do silêncio pragmático e cauteloso. Por ser tempero, sal é o amargor do ser sábio que não o perde de vista para manter-se sempre não um ser amargo, mas "acordado" para degustar a vida, sem perder o foco no modo silencioso. O sal vem do mar no marejo marejar do marejador que navega mantendo o objetivo de alcançar o destino, ainda que sob ondas, maremotos e tsunamis. Escrevo nos porquês dos entendores do meu louco cinema de sessão gente com entrada franqueada para loucos e simpatizantes. Pinto o fitar, sem voz e quando tento falar não acordo, assusto a Rosa. No frio negro quadro, ela se assusta com a frieza que dele emana e embora lenta, entende no entender e desejo dela, que somos escravos sem correntes, mas com capatazes numa versão atualizada que exige a precisão cautelar de uma cobra. A nete, que é a coqueluche da interação no frio negro do quadro da navegação do Vale do silício, anuncia uma na aprendizagem diferente onde o aprendiz se tranforma em apagador após entender, que a rosa na noite fria, não consegue ser vista por ele (O apagador) . Me segura se não eu caí, pois tal qual a Torre de Piza, haverá um dia em que tombarei e a rosa será despetalada por um despetalar dor(a), na cor da ira de um rejeição não gerenciada a gerar uma frustração perseguidora e doentia.
A ousadia do vendedor mira o cravo e machuca a rosa no mercado dos espaços onde a rosa, deixa de ser viçosa, perde sua cor e murcha fica, mas lá está é ao alto se mantém e alguém dela tenta se livrar a todo custo por desbaste. Mas a natureza é mais sabia bem como o sábio e o sal salga a rosa para dar-lhe o tempero da vida, fazendo-lhe renascer e juntamente com o sábio, caminham rumo ao sol .
 O *Sábio até demais* deixa-me nú no mar do *Ser* incompreendido enquanto velho. Não, entendo o *Sábio* rir na palhoça do palhaço no curral da *TI*. Esse é um mundo dos *demais*  O demais rasga meu peito e madruga minha alma, roubando meu sono no desejo de cultivar a rosa. Espinho-me nas interações e riacho seco olhos. Só a poesia alivia meus instantes, gente...

Marcos Palmeira

Marcos Palmeira

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