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Crônicas-->O invasor do quadro rosa -- 11/02/2020 - 01:04 (Padre Bidião) Siga o Autor Destaque este autor Destaque este Texto Envie Outros Textos

O invasor do quadro rosa

Assanha do assanhador na ação dos assanhados e assanhada que engantinham no engantihar manso e lento na lentidão do rastejo para o golpe dar. O assanhar no verbo dos montes no vale de altos e baixos na tração traseira do vai e vem, no desdém de quem nada tem e deseja no desejo ter, cai no proprio dilúvio no vale do silício. Um cantor, certa vez, fez sucesso com essa música "Banana ou laranja (aqui, vai de acordo com a preferencia do leitor) madura na poeira da estrada, tá bi calça (ou bi chada)", mas sem cinturão na liberdade do camelô no beiço do papo de vendedor de suco.
A cabeça é de fósforo mas boca é mole na cena vista e vendida. O cabelo tem o corte estilo pica pau e se assemelha à um manequim de funerária, tendo como função, ser cabuêta de tabelião agiota nas esquina da construção. Construindo e desconstruindo paredes sem rejunte e sem o auxílio do mestre de obras, embora faça obras que até o Cara duvide. O arquiteto, arquiteta e ele planeja com o auxílio da cabeça de fósforo junto ao barril de pólvora. Mas o quadro rosa continua na parede no todas os sustentado por uma viga metálica feita sob a inspiração de heavy metal e roseia no rosea dor do vendedor de suco no vale. A rosa, singela e voltada ao céu, fica então à disposição do rosea dor do Vale sem vale e as frutas envelhecidas, com inveja da rosa do quadro, gritam:" Queremos a rosa. Soltem o invasor!"
A rosa vai à cruz.


Pedro Bidião

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