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Crônicas-->O Mestre e o apagador da aprendizagem -- 07/02/2020 - 10:24 (Padre Bidião) Siga o Autor Destaque este autor Destaque este Texto Envie Outros Textos

O mestre e o apagador da aprendizadem

O mestre e o apagador  de um quadro frio, era  no grito e usava o giz rígidor no arrepio da fé do aprendiz sob a febre do instante. 
O mar telo na pedra polida repousava numa mesa na sala de passos de perdidos para a  escalada da aprendizagem. Contudo, o mestre no luto, na numerologia do secreto grau, deu  um beijo no silêncio na  base da simbologia 33. O Mestre, vê e nada revela. Ele, de coração enterrado na areia do deserto, vê seu companheiro, vivendo  na somatória do sete pintado. Afirmo que a grandeza do aprendiz está nos ouvidos e, embora o mestre ame o aprendiz, todavia, apressa e chega ao sul e mata ao Mestre ( *um canalha mata um rei*).
 Chega a noite e nas costas de Deus, o neófito chora sem os ouvidos do seu mestre que foi assassinado na guarda do espaço cedido. Adeus a Deus, para deixar o silêncio reinar nas colunas.
O apagador no quadro frio do quadrado gente, apresenta  o questionamento: " Onde andaria *Ela*, a  Dalila de um acordo para a liberdade do templo dela?" Mas na  ira, Dalila apaga a dor de  Sansão no quadro negro e  vermelho de mármore a perdidos passos. A bandeja, à semelhança de Batista,  celebra a dor na festança promovida pelo desejo de  Salomé. A força das entranhas acende o cio do Rei que é apagado no negro quadro do quadrado povo.
Na sensibilidade  do instante assentido, desenho a cicuta para o silêncio e a alegria da liberdade fria do paralelo do xadrez que joga a dor para o programa dor. Percebo risos das esferas no grito humorado na rosa vermelha no jardim de um domingo apagador. Os abutres saboreiam o coração do mestre após a maré alta baixar. À margem do mar (a) mar, após a ação do apaga dor frio no quadro gente, a dor que foi alvo do fel no vale dos abutres, agora agoniza. Lá ao mar, o mestre entende e navega sempre, à semelhança da pessoa do Fernando, o Pessoa, no mar de lamas. Navegar, é preciso seja no mar, no oceano ou na lama. Mas navego SEMPRE, independente dos desejos de Dalila.

Marcos Palmeira

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