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Crônicas-->As siglas nas esquinas virtuais -- 05/02/2020 - 06:35 (Padre Bidião) Siga o Autor Destaque este autor Destaque este Texto Envie Outros Textos

As Siglas nas esquinas virtuais

Um toquezinho, uma sintonia nas mãos do paralelo nas conferências das noites... De um lado o estresse, do outro lado um colo acenando na exposição do eu. Uma dualidade gente que a tecnologia oferece essa oportunidade de um mundo robotizado adormecendo os jardins na essência do desejo rosa. A natureza das flores do chão nosso na beleza tropical que de  repente: bum, Cecília! Mudou o temperamento e o controle foi acionado no papo dez no desejo dos sabes lá. Rancho invadido pelos inquilinos de orelhas na satisfação inquilino. Numa desculpa rápida com um símbolo na tela demonstrando que o amor está na simbologia fria entre o olho onde o outro lado pulsa dor. O Poeta deságua rasgando o peito num sentir diabo nu do ser eu durante a madrugada em que permito o tom das palavras sem musicalidade ou com acenos das mãozinhas tecnológicas do lado de lá, triangulando a beleza da rosa encantada com as figurinhas acenadoras e gélidas no real. Gente, gente demonstrando uma paz sem a presença no pisar da rodagem empoeirada na tosse seca e olhos abertos noite a noite acolhedora. O longe virtual é um céu na interação e as palavras são doces com risos, abraços e afagos, mas caminhar lado a lado é suor, lágrimas, chuva na cara, arritimia, frio, calor, entre tantas outras maravilhas reais da vida, não secas, mas vida. A carniça virtual é maravilhosa e os  Narcisistas no momento Alice,  acendem o imaginário no espelho do PV das siglas promovidas pelas interações do enter a cada seta acionada. De um lado, as alegres carinhas e do lado de cá,  chuva no meu sertão Brasileiro, onde o lobo na dualidade corre na roda de fogo promovida pelo universo das redes mesch, tem o olhar desconfiado. Oh Fafá! Meu coração é vermelho e de vermelho vive o coração. Ele sangra no barro e na cerca de arames farpados no morro da solidão acendida no boa noite no despacho da  lua no mar água.

Marcos Palmeira

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