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Crônicas-->Alagoas, estrelas e h menor -- 04/02/2020 - 22:45 (Padre Bidião) Siga o Autor Destaque este autor Destaque este Texto Envie Outros Textos

ALAGOAS, estrelas e h menor.

 

A poeira do patrão revela o H menor no zap zap com rosário do Padim Ciço no terreiro dele, onde zabumba e galinha fazem barulho e sons se misturam. Ele, o agá menor de mãos usa uma tecnologia do Paraguai com conferências para o mundo dele, na importância dele sobre ele, com ele e dele. No Estado delas, as estrelas brilham e ofuscam sua beleza impedindo o agá dele no terreiro alheio, alheio a ele no espaço do terreiro virtual. Desejando a profissão do marido no cantar da sereia, Arigó de esporas nos pés mas selou lá no papo arrastado da necessidade dela, o argumento de que profissão não é precisão nem previsão. As estrelas nas Alagoas, ofuscam os olhos de Arigó que no arrastado do cavalo cansado do calor tropical, coloca o agá acima para chegar próximo a elas e transformar-se em estrela maior. O todo de um nada de um sou, Zé Arigó sai arrastado num verbo pai d'égua no cio do curral do Pilarzinho da pequena de um tabuleiro de goma. Bolo de goma no tabuleiro, sempre foi o preferido por todas estrelas e pelos agá menores e maiores. Mas Zé Arigó sempre teve como defeito, uma boa teimosia que o fazia sempre enxergar além das estrelas, a lua. Além do céu, o sol. Além da onda, o oceano. Além do céu, a paz.

 

Marcos Palmeira

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